segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Enquanto o marido foi comprar cigarros

    Hoje estava na casa de um casal de amigos, conversando...
    Quando ele disse que teria de sair, por uns instantes, para comprar cigarros.
    Saindo de seguida, eu continuei normalmente a conversa com ela.
    Ela era uma mulher loira, bastante elegante e bem constituída apesar da estar próxima dos quarenta anos de idade.
    Estávamos sentados na sala e ela brincava com os seus lindos pés descalços.
    No meio de uma conversa eu elogiei os seus pés e ela sorrindo me disse que os achava horríveis.
    Não sei eu como uns pezinhos assim poderão ser horríveis!
    Eram uns pezinhos que pareciam ter a pele lisa, formato largo, de tamanho 38 e com uns dedinhos perfeitinhos.
    No entanto, eu confirmei a minha opinião, de que os achava belos e elegantes.
    Enquanto ela me ia pedindo para eu parar, dizia que só faltava eu lhe dizer que os gostaria de beijar.
    Eu de imediato respondi que sim...
    Que na verdade adoraria ter essa oportunidade.
    Pois eram uns lindos e belíssimos pés mas eu tinha a ideia de que aquilo nao passasse de uma simples conversa.
    Ela sorrindo, pensando que eu não o faria, disse que então eu poderia beija-los e que eles estariam lavados.
     Antes que ela mudasse de ideias, coloquei-me aos seus pés e comecei por beijar e lamber os seus lindos dedos.
    Ela ia sorrindo e fechava os olhos como se algo de muito bom ou uma sensação agradável estivesse a sentir.
    Eu continuei e lamber os seus dedinhos e a minha língua deslizava em todos os intervalos dos seus dedos, contornando todos os seus belos e delicados contornos.
    Eram de facto uns belos e perfumados pés.
    A emoção de beijar aquele pezinho era de enlouquecer.
    Confesso que já á muito desejava ter aquele momento, mas as coisas nunca se tinham proporcionado.
    Para falar a verdade até duvidei que algum dia existisse tal possibilidade.
    Depois de beijar e lamber um dos seus lindos pezinhos passei, de imediato para o outro.
    Os movimentos e as emoções repetiram-se como se de uma novidade se tratasse.
    De seguida e de uma forma natural, a minha língua passou dos seus dedinhos para a sua linda solinha.

    Minha língua deslizava agora naquelas macias e largas solas com um prazer e com uma vontade inexplicável.
    Passado alguns minutos de a minha língua caminhar suavemente nas suas macias e deliciosas solinhas, ela parecia entregar-se por completo ao prazer.
    Pois começava a acariciar-se em algumas partes do seu próprio corpo, por cima da blusa amarela e da saia vermelha que trazia vestida.
    Alguns gemidos começavam a serem ouvidos naquela sala e todos os limites pareciam estarem inesplicávelmente quebrados.
    Sem que nenhum de nós tivesse planeado e de uma simples brincadeira de palavras parecia estar ali a nascer um grande momento de emoções, que talvez nem fosse previamente desejado por nenhum de nós.
    Eu deitava-me de costas no chão de madeira da sala e ela colocava o seu doce pé por cima de minha cara.
    Eu continuava lambendo toda a sua solinha e meus dentes deslizavam nos seus apetitosos calcanhares.
    Os seus gemidos iam-se intensificando e os desejos pareciam começar a surgir de forma cavalgante.
    Ambos parecíamos estar loucos de prazer e o raciocino e o discernimento das nossas mentes parecia terem-se ausentado ou talvez até se esgotado.
    Enquanto eu lambia a sua inesquecível e maravilhosa solinha, ela ia avançando em seus movimentos e o prazer parecia ser insaciável.
    Eu alternava as minhas húmidas lambidelas, na sua solinha com dentadinhas carinhosas no seu robusto e delicioso calcanhar.
    A sua acentuada curvinha era deliciosamente devorada pela minha boca.

    Ela virava-se de barriga para baixo e com suas mãos debaixo do seu corpo os sons do prazer aumentavam de intensidade.
    Era um momento de puro e enorme prazer onde a minha boca se completava inteiramente com todas as formas daquele pezinho.
    Estava-mos nós submetidos aos caprichos do prazer, quando subitamente alguém toca na campainha da casa.
    Parámos de imediato e ela compôs-se e desceu a escada, em direcção á porta.
    Era o marido que tinha voltado com os cigarros mas tinha-se esquecido de levar as chaves de casa.
    Continuamos a conversa como se nada tivesse acontecido e logo depois eu vim embora, alegando ter um encontro de trabalho marcado.


NOTA: Infelizmente este conto é um retrato fiel do que acontece em muitos casais, principalmente nos que aparentam estar tudo bem.

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