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terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Procurando a beleza podolatra

Uma bela e quente tarde de Setembro, resolvi ir passear pelo jardim.
Quando lá cheguei encontrei uma amiga que estava sentada no relvado, fumando descansadamente o seu cigarro.
Como já algum tempo que não nos víamos, sentei-me junto dela e começamos a falar, recordando o passado.
Inevitavelmente a conversa foi para ao fetiche por pés, ou seja á podolatria.
Ela tinha alguém que lhe teria pedido para ela lhe fazer Dungling e ela não sabia o que queria dizer a palavra Dungling.
Eu expliquei-lhe o que o termo queria dizer e olhei para os seus pés.
Confesso que os pés dela não me inspiraram nada de belo ou de agradável.
Pois os seus pés eram grandes e tinham os dedões virados para fora.
Os dedos eram tortos, compridos e nada tinham de atraentes, na minha modesta opinião de podolatra.
Pois para mim, ela tinha uns pés de homem, caso não tivesse as unhas pintadas.
Eram realmente feios e seria um crime eu lhe dizer o contrário, pois de certo iria provocar-lhe falsas expectativas.
Ela perguntou-me se eu me importaria de lhe ensinar a fazer Dungling.
Tudo aquilo para ela parecia totalmente desconhecido.
Eu respondi-lhe que lhe ensinaria e acrescentei que isso era bastante fácil e que nada tinha demais em ser feito em publico.
Ela sorriu e olhando nos meus olhos pediu-me para que lhe explicasse como havia de fazer o Dungling correctamente.
Eu tentei explicar-lhe detalhadamente o que se tratava a vertente do Dungling.
Ela abriu as pernas, ficando agora visível os seus pés pelas zonas laterais.
Os seus pés não eram definitivamente dos mais belos.
Naquela perspectiva eles eram grandes e robustos e a sua curva parecia nada ter de especial.
A beleza parecia não existir nos seus pés e eu não conseguia dar-me por satisfeito.
Uma visão que parecia ir dar-me algum trabalho, para que eu conseguisse que ela viesse a fazer uma sessão de Dungling, no mínimo, algo agradável.
Mas como a esperança é a última a morrer, e eu adoro desafios, resolvi tentar mesmo sem lhe dizer nada.
Levantamos-nos e deslocamos-nos ligeiramente mais para o lado.
Mesmo ali perto de onde nos encontrávamos existia uma zona de pedra e assim ela podia ficar com os pés em cima da pedra.
A meu pedido ela pousava o chinelo no chão, e ia levantando o seu calcanhar.
Confesso que naquela perspectiva o seu pé parecia mudar, um pouco de aspecto.
Sem que fosse nada de especial, a sua primeira pose, parecia algo agradável.
O seu pezinho parecia ter uma ligeira acentuação na curva e o seu calcanhar até parecia ter algum encanto.
A cor do chinelo também favorecia o seu pé e os seus dedinhos até pareciam ter formas normais.
Mas mesmo assim eu não me dava por satisfeito.
Embora eu considerasse que ela tinha uns pés horríveis, eu achava que conseguiria fazer melhor em termos de fotografia.
Algo sabia a pouco e tinha a perfeita noção de que eu conseguiria melhor.
Esperando poder tirar mais partido dos seus pés pedi-lhe gentilmente que fizesse uma outra pose.
Ela colocava os seus pés lado a lado e levantava ligeiramente os seus dois calcanhares.
Finalmente parecia termos encontrado a pose correcta para os seus pés.
Assim os seus pés pareciam ter verdadeiramente formas naturais e normais e a beleza começava a surgir discretamente.
Os seus pezinhos pareciam mais pequenos e mais largos e a sensualidade aparecia de forma discreta.
Naquela perspectiva até os dedinhos dos seus pés começavam a ter algum encanto.
Depois de mais duas poses resolvemos terminar e espero poder ter sido útil a esta minha amiga.