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domingo, 20 de setembro de 2009

A mando dela

Num dia de verão caminhava sozinho no pinhal, fumando um cigarro e pensando na vida.
As copas dos pinheiros, tocavam-se sempre que a brisa teimava em aparecer.
Eis que encontro uma mulher, em lengiri e sentada numa pedra com uma arma apontada a na minha direcção.
Ela tinha um elegante pé e estava calçada com uns chinelos de cor acastanhada.
No seu pé esquerdo, ela usava uma pulseira.
Depois de admirar atenciosamente o seu bonito pé, olhei para ela e percebi que estava diante de uma situação que se adivinhava complicada.
A sua cara parecia não mostrar contemplações e ela parecia saber muito bem o que desejava.
Com as suas pernas cruzadas e um dos pés descalços, ela ia olhando-me de alto a baixo com o seu olhar intimidativo.
Os seus pezinhos pareciam ter umas curvas bastante acentuadas e os seus dedos grossos, tinham uma beleza fora do comum.
Confesso que estava um pouco assustado com toda aquela situação.
Afinal não saberia o que iria acontecer no segundo a seguir.
No ar o ambiente era quente e de grande tensão.
Soprava uma leve brisa quente que abanava as extremidades dos pinheiros ali existentes.
Ela continuava com a arma apontada a mim e logo ordenou que me ajoelhasse e lhe beijasse os pés.
Confuso com a situação mas sem hesitar ajoelhei-me humildemente a seus pés e segurando a base do seu chinelo do pé esquerdo, beijei o peito do seu pé.
Ela encostou a arma á minha cabeça e disse que queria o seu pezinho todo beijado e devidamente lambido.
Acrescentou ainda que eu teria de deixar o seu bonito pezinho, bem húmido.
O seu pé era bem perfumado e a sua pele macia como seda.
Os meus lábios deliciavam-se no toque da sua pele macia e a minha mente esquecia a arma apontada.
Eu começava a sentir o verdadeiro prazer de beijar um belo pezinho e ela rendia-se aos encantos podolatras, largando a arma e desfrutando de todo o prazer sentido no momento.
Eu descalçava o seu chinelo e chupava deliciosamente o seu dedo grande do pé.
O seu pezinho enfeitado com a pulseira, fazia a plena satisfação da minha boca.
Enquanto seu dedo permanecia dentro da minha boca, a minha língua lambia carinhosamente o seu dedinho.
Os seus gemidos começavam-se agora a fazer ouvir, juntamente com o som das copas dos pinheiros a tocarem-se.
Eu vibrava verdadeiramente de prazer e deliciava-me ao lamber e chupar todos os seus lindos dedinhos.
O facto da arma já era passado, na minha memoria.
Ela sentia o prazer da minha boca em seus dedos e fechava os olhos, acariciando o seu próprio corpo.
Era um momento de verdadeiro prazer, para ambos.
A minha língua começava a deslizar por toda a lateral do seu gostoso pezinho.
O seu pé tinha um sabor e um cheiro incomparável e o meu prazer era completo naquele preciso momento.
A sua bonita curvinha era deliciosamente lambida e ficava húmida de tanto a minha língua passar.
Seguidamente lambi-lhe a sua magnifica solinha e mordi carinhosamente a curvinha do seu bonito pezinho.
Ouviu-se um profundo gemido de prazer e ela continuava com os seu olhos fechados e as suas mãos acariciando todo o seu corpo.
A minha língua deslizava e molhava todo o seu belo pezinho...
Os seus pés descalços eram vitimas da minha boca e eu mordia carinhosamente
o seu robusto macio e delirante calcanhar.
Os meus dentes trincavam deliciosamente e ternurosamente a pele do seu calcanhar, sugando-o por completo.
O seu calcanhar entrava, por completo, na minha boca.
Estávamos definitivamente rendidos aos prazeres podolatras.
Com a minha húmida língua lambi-lhe ternurosamente todo o calcanhar e chupava-o de novo.
O prazer era intenso para ambos e nada parecia fazer-nos parar.
Tudo acontecia entre nós, naquele momento.
Estávamos num acto de pura loucura e prazer quando se ouviu um barulho, ao longe, que parecia folhas a serem pisadas.
Pensando que viria alguém, parámos, levantámos-nos e separamos-nos ali.
Um pouco mais á frente percebi que o barulho que tínhamos ouvido anteriormente, era simplesmente os coelhos a movimentarem-se naquele imenso pinhal.