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domingo, 8 de novembro de 2009

Prazer mútuo

Era Agosto e o dia estava habitualmente quente...
O verão mostrava toda a sua raça, naquele dia.
Eu estava passeando com uma amiga, numa isolada e tranquila praia fluvial, algures no Alentejo.
Entre nós havia algo em comum...
Ambos tínhamos o fetiche por pés e já havíamos combinado que eu lhe beijaria os pés, durante aquele passeio.
Com o argumento de estar muito calor, ela sorriu e foi tirando lentamente toda a sua roupa até ficar completamente nua.
O seu corpo era divino e os seus cumpridos e encaracolados cabelos loiros tornavam-o ainda mais bonito.
Ela sentou-se no alto de uma rocha e a sua beleza fascinava o meu olhar.
O seu corpo fazia a combinação perfeita no contraste das rochas com a natureza.
Eu admirava discretamente cada pormenor do seu corpo, assim como as suas maravilhosas formas.
O barulho dos pássaros e o remexer das águas eram o som existente e tornavam o local num verdadeiro paraiso.
A toda a calma e tranquilidade do local, juntavam-se agora as nossas emoções e os nossos sentimentos podolatras.
Os seus pés eram lindos e completavam a beleza do seu lindo corpinho.
Os seus pés tinham os dedinhos cumpridos e bem feitinhos.
A largura dos seus pezinhos provocavam uma enorme sensualidade.
O contraste da sua pele clara no cinzento escuro das rochas, salientava a beleza inequívoca dos seus pezinhos.
Confesso que rendi-me por completo a toda á enorme beleza dos seus pezinhos.
Aproximei-me dela e ela sorrindo com um ar provocatório, levantou a sua perna direita, tocando ao de leve nas minhas calças, na dona do pénis.
Sentei-me numa rocha aos seus pés, lambi-lhe suavemente todo o peito do seu pé e mordisquei carinhosamente todos os seus dedinhos.
De dedinho em dedinho os meus dentes iam-se deliciando.
Posteriormente lambi por baixo dos seus dedinhos e ela começava a gemer de prazer.
Ela fechava os olhos cada vez que sentia o tocar da minha língua nos seus pezinhos.
A minha língua deslizava lentamente na largura da sua solinha enquanto o meu olhar se prendia entre as suas pernas.
Ela sorria com um sorriso sensual e apertava o seu peito, tornando-o ainda mais atractivo.
Em jeito de provocação lambeu sedutoramente um dos seus próprios mamilos.
O momento era de perfeita loucura, para ambos e rendíamos-nos totalmente aos verdadeiros prazeres podolatras.
A minha língua lambia docemente toda a sua belíssima solinha e eu chupava toda a sua curvinha do pé.
Os meus lábios abriam-se para devorar tamanha beleza.
No seu calcanhar minha língua deixava toda a sua saliva e o seu bonito pezinho húmido era a razão do nosso grande prazer.
No seu calcanhar os meus dentes apertavam e sua pele arrepiava de prazer.
Era um doce e macio calcanhar que fazia o encanto de qualquer podolatra.
O seu corpo suado e o seu lindo pezinho molhado eram a prova evidente do prazer por ambos partilhado.
O momento era único e hilariante mas chegava a hora de termos de partir.
O brilho do sol parecia caminhar para o outro lado do mar.
Depois deste grande momento de prazer, os encontros foram-se sucedendo e ainda hoje os seus pezinhos cruzam-se regularmente com a minha boca.