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quarta-feira, 28 de outubro de 2009

A realidade do vidro

Numa bela tarde de Agosto, estava eu com uma amiga no carro falando de pezinhos bonitos, quando ela resolveu descalçar os seus sapatos e colocar os seus pezinhos em cima do tablie do carro.
Os seus pés cruzados em cima do tablie, calçados com as chamadas meias de vidro, eram belos e toda a sua sensualidade despertava a atenção do meu olhar.
Ao lhe dizer que ela tinha uns pés lindíssimos e que adoraria beija-los, ela corou e sorriu discretamente, baixando a cabeça.
Os seus pezinhos eram realmente bonitos.
As suas solinhas pareciam ser lisas, delicadas e aveludadas.
O seu calcanhar era de uma beleza incrível e digno de qualquer podolatra gostar de o mordiscar carinhosamente.
Eu imaginava como seria ter aqueles lindos e sedutores pezinhos na minha boca e confesso que já me deliciava somente com a ideia.
Mas ela parecia em não perceber o meu desejo e a minha tão desejada vontade e até oferta para beijar os seus pés.
O tempo passava e ela teimava em não perceber.
Na conversa continuei a elogiar os seus elegantes pezinhos e a certa altura, acrescentei que certamente que os seus pés ficavam ainda mais belos e sedutores se estivessem completamente descalços e sem meia.
Ela olhou para mim e com um ar sedutor, tirou as suas calças pretas e descalçou as meias dos seus pezinhos, colocando-os completamente descalços, em cima do tablie do carro.
O momento começava a ser tenso e eu começava a não resistir diante de tanta beleza.
Realmente a curvinha do seu pé era bastante acentuada e a sua solinha era realmente e deliciosamente lisa.
Eu não conseguia parar de admirar e pensar como seria beijar aqueles maravilhosos pezinhos.
No meio da conversa ela sugeriu que fizéssemos uma experiência.
Depois de ela a explicar detalhadamente eu resolvi aceitar a sua proposta.
Ela saiu do carro e subiu elegantemente para cima do capon.
De seguida ela, pediu-me para que eu colocasse os meus lábios junto ao vidro do carro, como se o estivesse a beijar.
Colocando o seu pé no vidro, fez disparar o flash da máquina fotográfica.
Na foto, os seus dedos puxavam meu lábio inferior ainda mais para baixo e eu pensava como seria se o vidro não separasse o seu elegante pé da minha boca.
Ela continuava a exibir o seu lindo pezinho e eu rendia-me a admirar toda a sua magnifica beleza existente na sua maravilhosa solinha.
A minha boca só desejava estar em contacto com a sua pele delicada.
Ela sorria e de forma sedutora continuava a brincar com o seus elegantes pezinho e com a minha humilde boca.
Os nossos pensamentos transportava-nos para uma hipotética e deliciosa realidade.
Os seus pés eram realmente belos e sua pele lisa e delicada, das suas solinhas, despertavam o desejo em qualquer podolatra do planeta.
Ela olhava nos meus olhos e sorria, continuando os movimentos sedutores com o seu pezinho.
O dedo grande do seu pezinho ficava agora entre os meus lábios e o desejo intensificava-se.
A brincadeira continuava e eu não parava de admirar toda a sua beleza que fascinava por completo o meu coração.
Os seus dedos acariciavam o meu queixo e o seu ar ternurento era o complemento de toda a emoção do momento.
O momento tinha tanto de hilariante como de único.
Seria forçosamente um momento inesquecível, onde o desejo e o prazer se cruzavam e aumentavam a cada movimento do maior ponteiro do relógio, que teimava em avançar no tempo.
As palavras doces e carinhosas saídas se sua boca provocavam ainda mais todo o momento de prazer.
O seu pezinho direito cobria toda a minha boca abafando os meus lábios na mais profunda ilusão de prazer.
Mas essa era a verdadeira realidade, que fora esquecida por alguns momentos.
Os seus belíssimos pés eram de facto belos.
O meu desejo de os beijar, era intenso.
As emoções sentidas eram bastante reais.
Mas apesar de todas estas realidades havia uma realidade ainda maior que eu haveria esquecido.
É que o vidro limpa pára-brisas do carro, separava fisicamente os meus lábios dos seus belos e elegantes pezinhos.