A paisagem ali visível, era surpreendentemente encantadora.
Entre as copas dos pinheiros, avistava-se o azul claro do céu e ao fundo uma mancha laranja do por-do-sol em cima do azul forte do mar.
Estávamos ali a admirar aquela bela paisagem, quando eu deixei escapar que ali seria o local ideal para beijar os pés de alguém, em pose de anjo.
Ela concordou e ofereceu-se para fazer tão divina pose, caso eu desejasse.
De imediato eu aceitei e ela sentou-se numa pedra negra que por ali se encontrava.
O seu perfumado pé e a sua pele suave, faziam parte do enquadramento perfeito de tão bela paisagem.
Ela sorria discretamente, enquanto eu beijava todo o peito do seu pezinho.
Seguidamente descalcei-a como se fosse seu escravo e beijei e lambi carinhosamente todos os seus magníficos pezinhos.
O prazer podolatra nascia ali e eu satisfazia-me por completo, tendo os seus lindos e belos pezinhos somente para mim.
Dando um pequeno jeito aos seus lindos e planos pezinhos, ela com uma expressão provocadora, rodou de forma elegante o seu belo corpo.
Ela estava agora, deitada de barriga para baixo e com as suas elegantes perninhas encolhidas.
Era uma perfeita pose de anjo.
Nele existia uma beleza delirante.
Carinhosamente eu mordi o seu doce e elegante calcanhar.
Ela olhou para trás e sorriu discretamente.
Os seus pezinhos eram a causa desse mesmo e enorme prazer.
Nos seus apetitosos calcanhares os meus dentes raspavam a sua macia e delicada pele.
Ela gostava da sensação e eu deliciava-me ao mordiscar carinhosamente tão belo pezinho.
O prazer era completo e os seus maravilhosos pezinhos deixavam um apetitoso sabor na minha boca.
O delírio começava ali e sua solinha era o meu encanto completo.
A sua solinha era plana mas tinha algo de atractivo que eu ainda não tinha descoberto o que era.
A minha língua molhava toda a sua solinha e humedecia deliciosamente toda a zona da sua curvinha, começando a fazer delirar de prazer.
A sua elegante curvinha era a base perfeita para a minha língua molhada.
Eu deliciava-me ao lamber a sua curvinha com toda a minha língua.
Eu lambia toda a sua solinha dos dedinhos ao calcanhar, delineando os contornos da sua pequenina curvinha.
A emoção e o prazer nasciam ali e o termómetro emotivo começava a subir...
De dedo em dedo fui, lambendo, chupando e mordiscando com muito carinho, cada um deles.
Posteriormente colocava todos os seus dedinhos, de um dos seus pés, em minha boca, repetindo seguidamente com o outro dos seus pezinhos.
Os intervalos dos seus belos dedinhos eram carinhosamente e lentamente lambidos, pela minha húmida língua.
O momento era de verdadeiro prazer.
Ela voltava a sorrir e parecia render-se totalmente aos prazeres podolatras.
No final ela confessou ter gostado da experiência e prometeu voltar-mos a repetir um dia, desde que fosse naquele local.
Depois de compostos, seguimos o nosso calmo e tranquilo passeio pelo pinhal.