quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

O marido tinha a certeza que ela não gostava

Um dia estava em casa de um casal de amigos e comentei que os pés dela eram lindos e logo pedi autorização ao casal para os fotografar.
Os dois realizaram uma troca de olhares e sorriram.
Ele olhou para mim e disse-me que a mulher tinha um verdadeiro horror dos seus pés e que embora por ele estivesse tudo bem, duvidava que a mulher aceitasse o meu pedido.
Ela sorrindo confirmou com um gesto com a cabeça de afirmativo.
Logo de seguida ele pediu-me desculpa mas estava na hora de ir buscar o carro á oficina.
Ele saiu e ficámos os dois ali a conversar.
Com um jeito comprometedor ela confessou-me que na verdade adoraria ser beijada nos pés por alguém, mas devido á opinião do próprio marido, sobre o assunto, ela tinha excluído essa sua fantasia, para garantir o sucesso da relação entre ambos.
Eu comentei que adoraria ter uns pés tão bonitos que pudesse beijar.
Foi ai que ela olhou para mim e sugeriu que eu o fizesse, mas com o compromisso de o marido nunca vir a sonhar de tal coisa e deixando bem claro que adoraria o marido acima de tudo.
Eu ajoelhei-me de imediato a seus pés e prometendo nada contar, comecei a lamber carinhosamente o seu lindo e encantador pezinho, na zona da sua acentuada curvinha.
A minha língua percorreu todo o seu delicioso e elegante pezinho, dando-me um enorme prazer.
Depois de a fazer tremer de prazer pela sensação provocada pela ponta da minha língua no seu pezinho, penetrei a minha língua entre o seu lindo pé e o seu sapato, lambendo a sua maravilhosa e gostosa solinha.
O prazer era sentido por ambos e a loucura parecia começar a tomar conta das nossas mentes.
Ela parecia perder todo o sentido e as suas mãos começavam e tirar toda a sua roupa de junto do corpo.
Ela estava ali diante de mim com um elegante e perfeito corpinho nu e uns pezinhos deliciosos e descalços.
Nada mais eu conseguia suportar e o impensável acontecia de forma natural e sem ser minimamente pensada.
Os meus lábios deliciavam-se a beijar o seu elegante peito do pé, enquanto ela se acariciava no seu belo corpinho.
Eu sugava todo o seu encantador pezinho enquanto os seus dedos penetravam no seu próprio corpo, devido a toda e emoção e todo o prazer sentido no momento.
Os seus gemidos intensificavam-se e o prazer era inevitavelmente completo para ambos.
Inicialmente acredito que a sua ideia seria meramente podolatra, mas a força das circunstancias e a existência do prazer absoluto faziam-nos perder o rumo do raciocínio.
Acredito que existisse também muitas carências afectivas ou carências de outra ordem por parte do seu marido, que era o tipo de pessoa que julgava saber tudo e achasse que possuía o direito absoluto de resolver tudo por todos.
A minha língua passeava humildemente e carinhosamente na sua acentuada e bela curvinha, proporcionando-nos um repleto momento de prazer.
Lambendo a seu encantadora e arqueada curvinha eu ia admirando toda a beleza restante nos seus maravilhosos pezinhos.
O doce gosto dos seus pés e o perfumado aroma da sua pele faziam o prazer mais real e na minha mente.
Os seus deliciosos pés contemplavam o meu desejo podolatra e a minha boca saboreava o mais belo de todos os sabores.
A leveza da sua pele misturava-se na sensualidade dos seus pés e todo o momento tornava-se de um dos mais belos de sempre.
O paraíso parecia existir nos seus lindos e encantadores pezinhos e eu seria um dos habitantes desse mesmo paraíso.
Ela mudava a pose dos seus pezinhos e o paraíso era agora ainda mais fascinante.
Pois finalmente a minha boca alcançava o seu tão belo e desejado calcanhar.
Os meus dentes roçavam na pele do seu calcanhar e ela enlouquecia de prazer.
As suas mãos arrancavam a roupa do meu corpo.
Tudo acontecia naquele preciso momento.
As nossas roupas espalhadas pelo chão eram a demonstração evidente do nosso prazer.
Este é mais um dos casos que derivado á falta de dialogo entre um casal sobre um certo tipo de assunto, os excessos falaram mais alto e muito se pode condenar.
Pois será mais fácil condenar a atitude desta mulher porque todos nós temos a plena consciência que existe sempre algo que não falamos com o nosso conjugue, por julgar-mos ter a certeza que o outro não gosta.
Assim sendo torna-se difícil culpar ou julgar alguém que pode ter a mesma falha que nós.
É seguramente mais fácil culpar-mos a outra parte e continuar-mos a ser egoístas e pensar que decidimos pelo nosso conjugue.







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