Mas faltava-me sempre a coragem para lhe pedir tal coisa.
Afinal esse simples acto é encarado pela sociedade de uma forma errada e doentia, mesmo que seja feito pelo simples motivo de fetiche.
Num dos dias em que depois do treino, ficámos sentados a conversar, ela sentou-se no chão como sempre se sentava.
O seu calcanhar parecia mais carnudo que nunca e a sua curvinha estava acentuada.
Os seus dedos cumpridos mostravam a beleza de sempre.
Eu estava ali, diante dela e dos seus bonitos pés, a conversar e admirando toda a beleza podolatra.
até que a certa altura, enchi-me de coragem e disse-lhe como achava os seus pés bonitos e sensuais.
Ela agradeceu o elogio e logo adiantou de que nada serviam...
Afinal eram somente pés.
Esta era a sua opinião.
Opinião que desde logo eu discordei e acrescentei que davam para beijar e acariciar.
Sorrindo, ela perguntou-me quem haveria de querer beijar pés.
Era a minha grande oportunidade e fiz questão de não a perder.
Tomando uma grande dose de coragem eu comentei que eu mesmo adoraria beijar e acariciar tão belos pés.
Surpresa com a minha observação ela disse que se eu desejava assim tanto, que o podia fazer naquele mesmo momento.
Delicadamente passei com a ponta da minha húmida língua em cada um dos intervalos dos seus dedos, percorrendo todos os seus belos contornos.
Ela sorria e parecia gostar da sensação vivida no momento.
Eu estava ali, finalmente diante dos tão belos e desejados pezinhos da minha treinadora.
A leveza da pele dos seus encantadores pezinhos era fascinante no simples toque com a minha língua.
O momento começava a despertar-me um imenso prazer e eu ainda não conseguia acreditar na realidade de ter aqueles belos e espantosos pezinhos na minha modesta boca.
A minha língua continuava a passear livremente entre todos os seus lindos dedinhos e a minha boca sugava-os sofregamente.
Os meus dedos seguravam cuidadosamente na sua acentuada curvinha e o prazer continuava a ser vivido com grande intensidade por ambos.
Os seus bonitos pezinhos eram o centro das minhas atenções e o alvo da minha boca.
O cheiro e o sabor dos seus pezinhos davam o mais puro prazer a qualquer podolatra.
Deitando-me completamente no chão lambi vagarosamente, mordi ternurosamente e chupei deliciosamente toda a sua encantadora e enrugada solinha.
Esfregando desenfreadamente a minha língua na sua doce e saborosa solinha, o prazer aumentava ainda mais.
O seu magnifico calcanhar enchia por completo a minha boca e eu deliciava-me por chupar tão belo e carnudo calcanhar.
O momento de sugação do seu carnudo e encantador calcanhar, foi para mim inesquecível e absoluto.
O prazer era inevitável e o seu calcanhar era definitivamente belo e gostoso.
Os meus dentes roçavam em toda a pele do seu calcanhar e o sabor dos seus pés era delicioso e perfumado.
Era um momento de enorme prazer para ambos.
Os seus calcanhares eram o colmatar de todo aquele enorme momento de prazer.
Com o calcanhar molhado da minha saliva, suguei-o, provocando-lhe arrepios de prazer.
A minha boca deliciava-se no simples toque com a pele macia das suas encantadoras solinhas.
O momento era repleto de prazer mas os ponteiros do relógio avançavam no tempo e outras coisas surgiam para fazer.
Muitas são as pessoas que consideram os podolatras como tarados sexuais.
Como se pode assistir em alguns contos, muitas são as situações que ocorrem na vida de um podolatra sem que exista sexo.
Assim por vezes apetece-me perguntar quem é o tarado?
Será aquele que satisfaz simplesmente um fetiche sem ter qualquer propósito sexual?
Ou serão todos aqueles que não percebem nada de podolatria e que por verem um simples pé pensam imediatamente em sexo e por isso criticam os outros pelos seus próprios pensamentos?
Sem comentários:
Enviar um comentário