Sabendo o casal da minha preferência podolatra, acabámos depois de falar em vários fetiches, de falar somente na podolatria.
A conversa foi-se desenvolvendo e as opiniões eram diversificadas.
Mas ela tinha também um desejo.
No meio da conversa fiquei a saber que ela teria a fantasia de sentir o prazer do trample.
Pois adoraria pisar alguém.
Eu ofereci-me de imediato para realizar tal fantasia e enquanto fui trocar de roupa, ela sentou-se no quintal.
As suas unhas pintadas de cor de sangue davam ainda mais beleza aos seus elegantes e formosos pezinhos.
O casal falava da experiência que se iria viver e eu chegava subtilmente ao pé deles.
Ela estava um pouco insegura, visto nao saber o que havia e como havia de fazer.
Eu tranquilizei-a e disse-lhe que lhe daria todas as dicas á medida que os factos surgissem.
O seu marido sentou-se comodamente numa cadeira e brincava com toda a situação.
Foi-me sugerido que tirasse a camisola e ficasse somente de calças.
De imediato tirei a camisola e deitei-me no chão.
Ela aproximou-se de mim e olhando nos meus olhos com o seu jeito de menina, perguntou o que faria concretamente a seguir.
ela sorrindo, subiu e eu pegando no seu pé esquerdo, coloquei-o em cima da minha cara.
confesso que a minha vontade era de lamber, beijar e acariciar os seus belos pezinhos.
A leveza da sua pele transmitia um enorme prazer no toque com a minha pele.
Mas eu continuei a explicar-lhe que me deveria pisar, com os seus pés, a cara, o peito e onde a sua fantasia lhe sugerisse.
Ela olhava para o seu marido e sorria discretamente.
Ele levantou-se e pediu para que não nos mexesse-mos enquanto foi lá dentro.
Voltando um pouco depois, pedindo-me que olhasse para si, pois queria tirar-nos uma foto.
Os seus pés pisavam o meu peito e os seus dedinhos acariciavam carinhosamente o meu peito e o meu pescoço.
O toque das suas incríveis solinhas com o meu peito, provocavam o mais belo dos prazeres e ambos começava-mos a desfrutar de todo o momento.
Ela começava a sentir o prazer podolatra e os seus pés pisavam-me e acariciavam-me de uma forma como ninguém o tinha feito até ao momento.
O prazer era intensamente vivido por ambos.
O facto de o seu marido estar ali presente, não implicava rigorosamente em nada.
O prazer era desfrutado como se estivéssemos ali sozinhos.
A sua acentuada curvinha era deliciosamente lambida enquanto a minha cara era carinhosamente pisada.
Ela deixava seu pé por cima da minha boca e deliciava-se com a sensação provocada pela minha língua.
Os seus macios e belos pezinhos eram realmente deliciosos e a experiência tornava-se para ela uma experiência inovadora e surpreendentemente bela.
O seu pezinho direito pisava o meu peito e os seus movimentos lentos faziam o relaxamento total.
Seguidamente alguém colocou uma música brasileira e foi ai que ela resolveu dançar em cima do meu peito.
Os seus belos pezinhos sambavam no meu peito e eu deliciava-me com o toque da nossa pele.
Desta vez era o seu pezinho direito a pisar-me a cara e eu, mais uma vez, não perdoava e colocava a minha língua de fora.
Eu não perdia um oportunidade para poder lamber o seu maravilhoso pezinho.
No fim ela fez questão de me contemplar e colocou os seus lindos dedinhos dos pés na minha boca e deixou-me chupa-los demoradamente.
O prazer era completo e o momento tornava-se agradável para todos.
E foi assim que terminou essa magnifica tarde, que recordo com muito carinho até hoje...
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