sábado, 20 de dezembro de 2014

O fetiche da minha vizinha

Um dia estava a falar com a minha vizinha, sobre fetiches e fantasias, quando ela confessou ter uma fantasia que pensava nunca vir a realizar.
Naturalmente eu tentei saber qual seria a sua fantasia.
Envergonhada disse-me que gostaria de ser beijada nos pés, mas com as suas mãos devidamente amarradas.
Levantei-me da cadeira e sai da sala.
Passado poucos minutos regressei com uma corda nas mãos e perguntei-lhe se podia.
Olhando para mim surpresa, ela sorriu, baixou a cabeça e levantou as suas mãozinhas.
Amarrei as suas mãos e deitei-a, de barriga para baixo, no meu puff.
Descalcei-a e...
Deparei com as mais belas solas do mundo.
Eu nem queria acreditar que tinha tamanha beleza diante de mim, á espera que eu beijasse tão belos pezinhos.
As suas solinhas eram verdadeiramente bonitas e elegantes.
A sua pele era mais macia que a mais pura das cedas.
O seu inigualável aroma perfumado da sua pele, deixava-me completamente louco de prazer.
Segurando os seus lindos e maravilhosos pezinhos, comecei por massajar as suas magnificas solinhas com as palmas das minhas mãos, enquanto ela começava a gemer e a implorar-me para eu lhe beijar seus doces pezinhos.
Com a minha testa molhada de suor e o meu coração a tremer de prazer,
comecei a beijar suavemente as belas e encantadoras solinhas do seu pezinho esquerdo, enquanto segurava e amparava o seu pezinho direito.
Os meus lábios satisfaziam-se por completo na maciez das suas solinhas.
A sua pele clara era o contraste, do dia e da noite, com o tom da minha pele morena.
Ambos estávamos inexplicavelmente loucos de prazer e o futuro não era previsível.
Ela empurrava docemente os seus pezinhos, contra a minha cara e os seus lindos dedinhos coçavam carinhosamente o meu queixo.
Todo o seu encantador pezinho, se moldava na perfeição aos contornos da minha cara.
Os meus lábios chupavam sofregamente o seu magnifico e espantoso pezinho direito.
A minha húmida língua começava a lamber a sua solinha.
Ela vibrava de prazer e os seus pezinhos eram totalmente devorados.
Os seus pés eram robustos e belos e as suas curvinhas faziam sobressair toda a sua enorme beleza.
Ela continuava de mãos amarradas e a minha boca passeava lentamente pelas suas solinhas, enquanto os seus gemidos eram o único barulho que se ouvia na sala.
Ela começava a pedir desesperadamente para eu parar.
E eu continuava a saborear lentamente os seus belos pezinhos, deixando-a
enlouquecida de prazer.
Eu chupava demoradamente e carinhosamente toda a sua curvinha, do seu pé esquerdo, enquanto as emoções e o prazer ultrapassavam todos os limites.
Ela confessava ter a sua fantasia totalmente satisfeita, mas eu não dava o saboroso momento como encerrado e continuava-me a deliciar com tamanha beleza.
A sua solinha estava completamente molhada da minha saliva e o delicioso gosto dos seus bonitos pezinhos, teimava em persistir na minha boca.
Era de facto um momento inesquecível e um marco importante na vida de ambos.
Mas faltava ainda uma das partes do pé que para mim é mais atraente, nos pés de uma mulher.
Falo claramente do seu maravilhoso calcanhar.
Segurando o seu pezinho, com a s minhas duas maos, o seu calcanhar, era agora carinhosamente mordido e o arrepio completo era sentido por todo o seu elegante corpo.
Os seus gemidos aumentavam significativamente de tom e ela implorava piedosamente que eu parasse.
Depois de saborear o seu delicioso calcanhar desamarrei as suas mãos e dando-me um beijo, a minha vizinha pediu para que voltássemos a repetir tal momento, numa outra altura.
Posteriormente levantou-se e depois de se compor, seguiu para sua casa, deixando-me na mente a lembrança de tão agradável momento e o desejo da prometida repetição do momento.


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