terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Bela e dissimulada

    Um dia entrei no estúdio e ela estava deliciosamente sentada no chão com um ar atrevido e esbelto.
    Olhei para ela e sorri.
    Ela estava com os seus lindos pezinhos descalços em pose bastante provocante.
    Bela e sensual como sempre, ela estava numa pose de grande fulgor.
    Seus pés tinhas curvas acentuadíssimas e uma elegância muito pouco vista mas com muito para admirar.
    Pés de menina com formas de mulher, seria uma das definições adequadas aqueles lindos e belos pezinhos.

    Seus pés cruzados em cima daquele pano azul realçava toda e qualquer beleza imaginária.
    Com pose provocante e jeito atrevido ela disse-me que estaria ali á minha espera.
    Surpreso com o facto, logo perguntei o porquê.
    Ela sorriu dissimuladamente e disse-me com grande à-vontade, que lhe apetecia simplesmente que lhe beijassem os pés.
    Eu olhei para ela e sorri, com uma enorme vontade de ajoelhar-me a seus pés.
    Fingindo que não percebi a provocação fiquei admirar os seus belos pezinhos enquanto conversávamos normalmente.
    Ela ia esfregando os seus pés um no outro e acariciando-os com as suas mãos, enquanto eu devorava tão bela beleza com o meu simples olhar.
    Na minha mente corria o pensamento do desejo em sentir aqueles belos pés na minha boca.
    No meio da conversa ela confessou estar desiludida comigo.
    Intrigado, perguntei-lhe qual a razão para tal desilusão.
    Afinal que teria feito eu, para desiludir tão bela e elegante senhora.
    Ela baixou a cara e sorriu de novo, respondendo que já esperava que eu lhe tivesse a beijar os pés.

    Foi nesse momento que eu me ajoelhei aos seus pés e com todo o prazer dava asas aquilo que tanto eu já imaginara.
    Segurando seu lindo calcanhar com a minha mão, coloquei seus dedos na minha boca como um pobre e sofredor mendigo coloca um pedaço da melhor carne.
    Os seus belos dedinhos eram, por mim, devorados integralmente e carinhosamente.
    Ela começava a deliciar-se com a sensação sentida e seus dedos começavam a ficar húmidos.
    A minha língua percorria carinhosamente e demoradamente cada intervalo dos seus dedos, contornando-os um a um.
    O gosto e o fascínio do seu pé eram inexplicáveis.
    Depois de uns breves gemidos ela mandou-me que parasse de chupar e lamber os seus dedos.
    Eu pensei que tudo terminara ali e tudo teria sido tão curto.
    Heis que ela ordena-me, de seguida, que eu lhe lamba toda a sua solinha suada.
    Como ela própria disse, seria o lavar das suas solinhas com a minha húmida e irrequieta língua.
    A minha língua passeava lentamente, deslumbradamente e integralmente em toda a sua linda e enrugada solinha.
    Os gemidos provocados pelo prazer, faziam-se sentir agora com outro volume.
    Eram verdadeiramente gemidos sentidos e profundos.
    De calcanhar na palma da minha mão aberta, minha língua irrequieta não parava de lamber tão belo pezinho.
    Sua solinha molhada e brilhante provocava uma emoção de prazer, raramente sentidas.
    O seu calcanhar arredondado eu mordiscava carinhosamente.
    Meus dentes pressionavam todo o seu calcanhar de uma forma carinhosa e deliciosa.
    As emoções eram sentidas por ambos e o inconfundível prazer era mutuo.
    Ela retorcia-se docemente no chão frio do estúdio e eu deliciava-me com o inconfundível sabor do seu pezinho
    Sem que déssemos conta, tudo voltava a posição inicial.
    Seu belo e esbelto corpo virava-se, seu calcanhar continuava na minha mão e seus belos e pequenos dedos penetravam de novo na minha boca.
    Seu dedo grande do pé era totalmente chupado por mim e o prazer continuava a renovescer.
    Subitamente alguém bate á porta com alguma intensidade, como alguém que já bate a uma porta á um longo tempo.
    O momento chegava ao fim e o prazer sentido por ambos era bastante satisfatório.

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