Um dia entrei no estúdio e ela
estava deliciosamente sentada no chão com um ar atrevido e esbelto.
Olhei para ela e sorri.
Ela estava com os seus lindos pezinhos descalços em pose bastante provocante.
Bela e sensual como sempre, ela estava numa pose de grande fulgor.
Seus pés tinhas curvas acentuadíssimas e uma elegância muito pouco vista mas com
muito para admirar.
Pés de menina com formas de mulher, seria uma das definições adequadas aqueles
lindos e belos pezinhos.
Seus pés cruzados em cima daquele pano azul realçava toda e qualquer beleza
imaginária.
Com pose provocante e jeito atrevido ela disse-me que estaria ali á minha
espera.
Surpreso com o facto, logo perguntei o porquê.
Ela sorriu dissimuladamente e disse-me com grande à-vontade, que lhe apetecia
simplesmente que lhe beijassem os pés.
Eu olhei para ela e sorri, com uma enorme vontade de ajoelhar-me a seus pés.
Fingindo que não percebi a provocação fiquei admirar os seus belos pezinhos
enquanto conversávamos normalmente.
Ela ia esfregando os seus pés um no outro e acariciando-os com as suas mãos,
enquanto eu devorava tão bela beleza com o meu simples olhar.
Na minha mente corria o pensamento do desejo em sentir aqueles belos pés na
minha boca.
No meio da conversa ela confessou estar desiludida comigo.
Intrigado, perguntei-lhe qual a razão para tal desilusão.
Afinal que teria feito eu, para desiludir tão bela e elegante senhora.
Ela baixou a cara e sorriu de novo, respondendo que já esperava que eu lhe
tivesse a beijar os pés.
Foi nesse momento que eu me ajoelhei aos seus pés e com todo o prazer dava asas
aquilo que tanto eu já imaginara.
Segurando seu lindo calcanhar com a minha mão, coloquei seus dedos na minha boca
como um pobre e sofredor mendigo coloca um pedaço da melhor carne.
Os seus belos dedinhos eram, por mim, devorados integralmente e carinhosamente.
Ela começava a deliciar-se com a sensação sentida e seus dedos começavam a ficar
húmidos.
A minha língua percorria carinhosamente e demoradamente cada intervalo dos seus
dedos, contornando-os um a um.
O gosto e o fascínio do seu pé eram inexplicáveis.
Depois de uns breves gemidos ela mandou-me que parasse de chupar e lamber os
seus dedos.
Eu pensei que tudo terminara ali e tudo teria sido tão curto.
Heis que ela ordena-me, de seguida, que eu lhe lamba toda a sua solinha suada.
Como ela própria disse, seria o lavar das suas solinhas com a minha húmida e
irrequieta língua.
A minha língua passeava lentamente, deslumbradamente e integralmente em toda a
sua linda e enrugada solinha.
Os gemidos provocados pelo prazer, faziam-se sentir agora com outro volume.
Eram verdadeiramente gemidos sentidos e profundos.
De calcanhar na palma da minha mão aberta, minha língua irrequieta não parava de
lamber tão belo pezinho.
Sua solinha molhada e brilhante provocava uma emoção de prazer, raramente
sentidas.
O seu calcanhar arredondado eu mordiscava carinhosamente.
Meus dentes pressionavam todo o seu calcanhar de uma forma carinhosa e
deliciosa.
As emoções eram sentidas por ambos e o inconfundível prazer era mutuo.
Ela retorcia-se docemente no chão frio do estúdio e eu deliciava-me com o
inconfundível sabor do seu pezinho
Sem que déssemos conta, tudo voltava a posição inicial.
Seu belo e esbelto corpo virava-se, seu calcanhar continuava na minha mão e seus
belos e pequenos dedos penetravam de novo na minha boca.
Seu dedo grande do pé era totalmente chupado por mim e o prazer continuava a
renovescer.
Subitamente alguém bate á porta com alguma intensidade, como alguém que já bate
a uma porta á um longo tempo.
O momento chegava ao fim e o prazer sentido por ambos era bastante satisfatório.



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