segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Beijando carinhosamente os pés da minha vizinha

Uma noite estava em casa, quando a minha vizinha tocou a campainha de minha casa.
Eu abri e ela perguntou-me se podia assistir a um programa na televisão, porque a sua encontrava-se avariada.
De imediato eu disse que sim e convidei-a a entrar para a sala.
Começamos a conversar, depois de termos escolhido o programa televisivo que iríamos ver.
Passado pouco tempo convidei-a a sentar-se...
Ela sentou-se no puff e trazia os seus chinelinhos, mostrando toda a beleza dos elegantes pezinhos.
Os seus elegantes pezinhos tinham uma beleza fora do comum e eu tinha agora, a possibilidade de os admirar mais de perto.
Ela olhava para mim e para os seus pés e dava discretamente um sorriso mostrando o seu pensamento.
A conversa avançava e eu delirava com tanta beleza diante dos meus olhos.
Até que num determinado momento eu perdi o controlo e a vergonha e disse-lhe com toda a minha convicção, que admirava muito os seus pés.
Ela corou e envergonhada respondeu-me que os seus pés eram igual a todos os outros.
Não concordando com a sua opinião, manifestei a minha discordância e acrescentei que deveria ser magnifico beija-los.
Ficando ainda mais corada, sorriu e respondeu-me baixinho que nunca tinha experimentado tal coisa.
De imediato ajoelhei-me humildemente a seus pés, descalcei o chinelo do seu pezinho esquerdo e sem lhe pedir qualquer tipo de autorização, beijei os seus elegantes dedinhos.
Ao não sentir, naquele momento, qualquer tipo de resistência de sua parte, continuei a lamber e a chupar carinhosamente todos os seus dedinhos.
O meu carinho, apresso e dedicação eram revelados aos seus elegantes pezinhos.
O meu coração disparava de emoção e o meu prazer podolatra renascia de novo, ali a seus pés.
Ela sorria discretamente e mostrava gostar de toda a sensação sentida no momento.
Todos os seus dedinhos e todo o peito do seu pé eram deliciosamente e carinhosamente lambidos, beijados e chupados.
Deitando-me no chão da sala, levantei o seu lindo e belo pezinho e comecei por lamber a sua linda e maravilhosa solinha, na zona junto aos seus dedinhos.
Os meus dentes mordiam carinhosamente todas as bucheixas dos seus belos pezinhos.
O momento era de verdadeira tensão e o prazer era a estrela principal do momento.
Os meus gulosos lábios beijavam seu doce pezinho.
Eu deliciava-me por completo com o seu belo e elegante pezinho.
A minha vizinha rendia-se ao verdadeiro prazer, provocado pelo toque da minha húmida língua na sua solinha encantadora.
A minha língua deslizava cada milímetro da sua solinha percorrendo toda a sua bela e suave solinha.
Os seus pés colocavam-me definitivamente na lua e eu vivia um grande momento podolatra.
Ela fechava os olhos e sentia a bela sensação provocada pela minha húmida língua deslizando na sua sola do pé.
Era um momento inesquecível e confesso que sempre desejei beijar aquele belo e terno pezinho.
Para mim o momento era mais que um momento de simples prazer, mas era sim um momento de realização pessoal.
Desde aquele momento eu cresci muito como podolatra e a beleza do seu encantador pezinho, jamais me sairá da lembrança.
O carinho era evidente na ponta da minha língua e o prazer era mutuo.
Ambos vivíamos um momento inesquecível e que não me importava de repetir a qualquer momento.
A elegância do seu pé realçava-se a cada segundo que a minha língua lhe tocava.
No ar existia o ambiente de cumplicidade e de satisfaçao de puro prazer.
A minha língua foi descendo e eu chupava deliciosamente todo o seu belo calcanhar.
Os meus lábios beijavam-no e eu sentia-me verdadeiramente nas nuvens...
Era sem duvida um dos melhores e mais belos pezinhos que já beijei até ao momento.
Com amor e carinho eu mordia carinhosamente todo o seu belo e robusto calcanhar.
O perfume dos seus pezinhos misturava-se na saliva da minha boca.
E eu deliciava-me com todo aquele momento que se tornava verdadeiramente inesquecível.
Confesso que foi um dos calcanhares mais saborosos que tive em minha boca.
Mas os ponteiro do relógio não paravam e a noite chegava infelizmente ao fim.








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