Um dia já ao anoitecer estava eu numa esplanada de um café, quando ganhei coragem e resolvi dizer a uma amiga que os seus pés me fascinavam.
Ela sorriu de forma acanhada e eu acrescentei que tinha a simples fantasia de um dia poder vir a beija-los.
Olhando de forma muito séria nos meus olhos, ela questionou-me se a minha fantasia seria somente beijar-lhe os pés.
Depois de eu responder afirmativamente, ela voltou a sorrir e disse-me que se fosse somente isso não haveria motivos para eu continuar com tal fantasia, por realizar.
Pagamos a despesa do café e fomos caminhar a pé.
Num descampado mais á frente, entramos e passado alguns minutos de caminhar-mos, ela sentou-se numa pedra que se encontrava no meio do caminho.
Ajoelhando-me humildemente a seus pés, trocámos um sorriso e um olhar enternecedor.
Pegando no seu pequeno pezinho esquerdo, descalcei-o da bota de cor rosa que ela trazia calçada.
Seguidamente tirei a meia que ela trazia calçada e dei-lhe um pequeno beijo no peito do pé descalço.
O seu pé era deliciosamente belo e elegante e eu já só desejava sentir o contacto dos seus pés na minha boca.
A sua pele era macia e perfumada.
Ela ao sentir os meus lábios em seu pezinho, fechou ligeiramente os olhos e fez um som como que se estivesse a arrepiar-se.
Perguntei-lhe se eventualmente eu lhe teria feito cocegas, ao que ela me respondeu prontamente que não.Acrescentou ainda que a sensação sentida era divina e que nunca pensara que fosse assim tão delicioso ter alguém a seus pés.
Eu continuei humildemente a seus pés, acariciando o seu encantador pezinho com minhas mãos e beijando-o com o maior dos prazeres.
Para mim o momento era de grande prazer e vivia-o com a maior das intensidades.
Ajoelhado humildemente aos seus encantadores pezinhos, como o mais fiel servo, a minha boca beijava carinhosamente o peito do seu lindo e elegante pezinho, fazendo-me transpirar verdadeiros momentos de prazer.
Os meus lábios beijava-no carinhosamente e a minha língua deslizava entre cada um dos seus dedinhos, deixando-os húmidos da saliva deixada pela minha boca.
O perfume vindo dos seu pés era delicioso e suave.
O paladar obtido na sua pele era único e era fantasticamente excitante e delicioso.
Os meus lábios sugavam delicadamente cada um dos seus dedinhos e a minha língua húmida lambia cada um dos intervalos dos seus dedos.
Mas o sol teimava em descansar e o escuro da noite aproximava-se, de forma impiedosa, em cada segundo contado pelo relógio.
Mas o meu prazer de estar aos seus encantadores pezinhos, parecia nascer e crescer a cada momento em que o tempo avançava.
As suas solinhas eram lindas e encantadoras .
A pele das suas maravilhosas solinhas era extremamente macia , perfumada e aveludada.
Os seus fabulosos calcanhares eram de facto bastante sensíveis e carnudos.
Toda a beleza existente nas suas belas solinhas e nos seus bonitos calcanhares davam-lhe uma beleza extra aos seus magníficos e fabulosos pezinhos.
Já no escuro do final da tarde, as suas solinhas eram o grande prémio para a minha boca faminta e para a minha húmida língua irrequieta, que simplesmente as devoravam deliciosamente.
Ela vivia o sentido prazer de ter a minha boca aos seus pés, de forma bastante intensa e realmente verdadeira.
Era verdadeiramente um momento de intenso e puro prazer para ambos.
Ao ver o seu momento de puro relaxamento e de verificar como o seu verdadeiro prazer, era por si vivido e sentido, resolvi continuar a minha língua lambia agora toda a sua maravilhosa solinha de uma forma suave e tentadora.
A minha simples língua humedecia, pela saliva, percorria na sua totalidade, toda a solinha do seu pé.
Era evidente que ao mesmo tempo que a minha língua deslizava na sua pele macia, ela ia provocando-lhe grandes e verdadeiros momentos de intenso prazer.
Mas a tarde chegava inevitavelmente ao fim.
O escuro da noite aproximava-se de forma rápida e continua e nós dava-mos todo aquele belo momento de prazer, para ambos, por terminado.
Ela sorriu de forma acanhada e eu acrescentei que tinha a simples fantasia de um dia poder vir a beija-los.
Olhando de forma muito séria nos meus olhos, ela questionou-me se a minha fantasia seria somente beijar-lhe os pés.
Depois de eu responder afirmativamente, ela voltou a sorrir e disse-me que se fosse somente isso não haveria motivos para eu continuar com tal fantasia, por realizar.
Pagamos a despesa do café e fomos caminhar a pé.
Num descampado mais á frente, entramos e passado alguns minutos de caminhar-mos, ela sentou-se numa pedra que se encontrava no meio do caminho.
Ajoelhando-me humildemente a seus pés, trocámos um sorriso e um olhar enternecedor.Pegando no seu pequeno pezinho esquerdo, descalcei-o da bota de cor rosa que ela trazia calçada.
Seguidamente tirei a meia que ela trazia calçada e dei-lhe um pequeno beijo no peito do pé descalço.
O seu pé era deliciosamente belo e elegante e eu já só desejava sentir o contacto dos seus pés na minha boca.
A sua pele era macia e perfumada.
Ela ao sentir os meus lábios em seu pezinho, fechou ligeiramente os olhos e fez um som como que se estivesse a arrepiar-se.
Perguntei-lhe se eventualmente eu lhe teria feito cocegas, ao que ela me respondeu prontamente que não.Acrescentou ainda que a sensação sentida era divina e que nunca pensara que fosse assim tão delicioso ter alguém a seus pés.
Eu continuei humildemente a seus pés, acariciando o seu encantador pezinho com minhas mãos e beijando-o com o maior dos prazeres.
Para mim o momento era de grande prazer e vivia-o com a maior das intensidades.
Ajoelhado humildemente aos seus encantadores pezinhos, como o mais fiel servo, a minha boca beijava carinhosamente o peito do seu lindo e elegante pezinho, fazendo-me transpirar verdadeiros momentos de prazer.Os meus lábios beijava-no carinhosamente e a minha língua deslizava entre cada um dos seus dedinhos, deixando-os húmidos da saliva deixada pela minha boca.
O perfume vindo dos seu pés era delicioso e suave.
O paladar obtido na sua pele era único e era fantasticamente excitante e delicioso.
Os meus lábios sugavam delicadamente cada um dos seus dedinhos e a minha língua húmida lambia cada um dos intervalos dos seus dedos.
Mas o sol teimava em descansar e o escuro da noite aproximava-se, de forma impiedosa, em cada segundo contado pelo relógio.
Mas o meu prazer de estar aos seus encantadores pezinhos, parecia nascer e crescer a cada momento em que o tempo avançava.
As suas solinhas eram lindas e encantadoras .A pele das suas maravilhosas solinhas era extremamente macia , perfumada e aveludada.
Os seus fabulosos calcanhares eram de facto bastante sensíveis e carnudos.
Toda a beleza existente nas suas belas solinhas e nos seus bonitos calcanhares davam-lhe uma beleza extra aos seus magníficos e fabulosos pezinhos.
Já no escuro do final da tarde, as suas solinhas eram o grande prémio para a minha boca faminta e para a minha húmida língua irrequieta, que simplesmente as devoravam deliciosamente.
Ela vivia o sentido prazer de ter a minha boca aos seus pés, de forma bastante intensa e realmente verdadeira.
Era verdadeiramente um momento de intenso e puro prazer para ambos.
Ao ver o seu momento de puro relaxamento e de verificar como o seu verdadeiro prazer, era por si vivido e sentido, resolvi continuar a minha língua lambia agora toda a sua maravilhosa solinha de uma forma suave e tentadora.
A minha simples língua humedecia, pela saliva, percorria na sua totalidade, toda a solinha do seu pé.Era evidente que ao mesmo tempo que a minha língua deslizava na sua pele macia, ela ia provocando-lhe grandes e verdadeiros momentos de intenso prazer.
Mas a tarde chegava inevitavelmente ao fim.
O escuro da noite aproximava-se de forma rápida e continua e nós dava-mos todo aquele belo momento de prazer, para ambos, por terminado.
Sem comentários:
Enviar um comentário