quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Fetiche de uma amiga

Um dia estava com uma amiga falando, numa mesa de café, quando ela me confessou que tinha um enorme fetiche.
Tinha vergonha de conversar sobre isso em público.
Depois de alguma insistência, de minha parte, ela confessou que adoraria experimentar o fetiche com o nome de Tickles Feet, ou seja:
É um fetiche que se baseia simplesmente em cocegas nos pés.
Espantado com a revelação, disse-lhe que nada tinha de especial e que não havia razão para ela ter vergonha do seu próprio fetiche.
Ela sorriu e perguntou-me se eu seria capaz de satisfazer seu fetiche.
Não achando nada demais, disse obviamente que sim e que seria quando ela desejasse.
Talvez com medo que eu me arrependesse da ideia ou talvez pela simples razão de um impulso, ela pediu para que fosse naquele exacto momento.
Concordei e logo saímos do café, em direcção á sua casa.
Chegados a sua casa e embora ela usasse uns sapatos fechados, tudo fazia querer que ela tinha uns pés bastante bonitos.
Talvez até houvesse a possibilidade de eu dar umas deliciosas beijocas em todos os seus lindos e maravilhosos pés.
Pensava eu para comigo, enquanto nos dirigíamos para o seu quarto.
Ela era bastante elegante e tinha um cabelo cumprido e loiro.
Usando uns calções pretos, até abaixo do joelhos, uma blusa de folhos branca e os ditos sapatos fechados a frente mas com o calcanhar visível, ela tornava-se numa mulher muito atraente.
Chegámos ao quarto, ela sentou-se na cama e perguntou-me se estava preparado.
Eu de imediato lhe respondi que sim e ela descalçou-se, sacudiu os seus longos cabelos loiros e de seguida deitou-se na cama, de barriga para baixo.
Meu Deus...!
Ali eu vi que os seus pés eram efectivamente lindos.
Uma solinha larga com um calcanhar de forma arredondada faziam conjunto com uns dedinhos perfeitos.
Eu ali parado, só conseguia imaginar na minha boca passeando por aqueles belos pezinhos.
Eu estava definitivamente maravilhado com a beleza dos seus pés.
Agora sim, sentia uma vontade louca de me jogar aos seus pés e lambe-los até não aguentar mais.
Ela virou-se para trás e interrompendo os meus pensamentos,deu-me umas algemas para que eu colocasse em seus pés afim de os poder neutralizar.
Agarrando nas algemas, coloquei-as em seus tornozelos, enquanto ela se acomodava no colchão largo da cama de casal.
Terminado de colocar as algemas em seus tornozelos comecei por passar, ao de leve e com a ponta dos dedos, de uma das minhas mãos, como se de uma pena se tratasse.
Ela colocando suas mãos em baixo do seu corpo e agitando lentamente o mesmo, começava com uns gemidos, como se muito prazer estivesse sentindo.
Eu limitava-me a passar levemente os meus dedos sobre a sua solinha encantadora na direcção dos dedos para o calcanhar e do calcanhar para os dedos.
Eu confesso que não entendia muito bem o tipo de prazer que ela estaria a sentir.
Depois de falar algo mais baixo que eu não percebi, ela pediu-me para que utilizasse as minhas duas mãos.
Eu fiz o que ela me pedira e utilizei as minhas duas mãos nas suas solinhas esquecedoras.
Ela começou rindo e notava-se que fazia um grande esforço para não me pedir que parasse.
Eu ia continuando com as cocegas e ela ia-se contorcendo toda com risos em cima da sua cama.
As cocegas iam-se sucedendo e ela não parava de rir.
O momento era de todo hilariante.
Até que ela pediu para parar.
Confesso que foi um momento e uma experiência engraçada, pela qual passei.
No final agradeceu o meu voluntariado e em forma de recompensa prometeu-me que um dia daria seus belos pezinhos para que eu os pudesse beijar.


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