Tentei saber mais, junto delas, mas nada mais me foi dito senão que se eu queria saber mais, deveria ir lá.
Perante tanto mistério resolvi dirigir-me a referida casa, para ver quem estaria á minha espera e o que pretendia.
Chegado lá, deparei com uma amiga minha.
Ela estava esperando por mim em pé e enrolada num tecido preto.
Os seus pés eram maravilhosamente belos, como todo o seu moldado corpo.
As curvinhas dos seus pés eram bastante acentuadas e os seus calcanhares eram carnudos e lisos.
Quando ela me viu, olhou nos meus olhos, levantou o seu braço direito e com o seu dedo indicador esticado, apontou para mim e de seguida para os seus pés.
De imediato eu ajoelhei-me humildemente a seus pés, beijando-os e lambendo-os, sem parar.
De seguida descalcei os seus dois sapatos pretos, dos seus pés e pegando no seu elegante pezinho beijei e lambi carinhosamente todo o peito do seu pé.
Posteriormente chupei deliciosamente um a um, todos os seus elegantes dedinhos.
Ambos repartíamos as verdadeiras e sentidas emoções do prazer podolatra.
E ambos nos completávamos naquele surpreso e belo momento.
Os limites eram por nós ignorados ou esquecidos e só havia espaço para o verdadeiro prazer podolatra.
Ouvindo o seu sentido gemido de prazer, deitei-me de costas no chão e coloquei seu maravilhoso pezinho por cima da minha cara, sentindo o inesquecível cheirinho dos seus belos pés.
Os seus pés estavam condenados a serem prisioneiros da minha boca.
O prazer era a arma usada e a sua rendição era total.
Os seus olhos fechados, o tocar dos seus dedos no seu próprio corpo e os seus baixos gemidos eram o sinal evidente do prazer que ela vivia naquele momento.
A minha língua deliciavas-se ao passear sobre aquela magnifica solinha, percorrendo cada milímetro com um enorme carinho.
O seu calcanhar foi deliciosamente lambido, mordido e chupado pela minha boca faminta.
Foi um grande momento de prazer e pena ter terminado tão depressa.
Pois aquele belo e terno pezinho merece todas as caricias do mundo.
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