Mas logo após, ouvi a voz dela a chamar-me.
Desloquei-me para a sala, que era de onde vinha a voz dela.
Chegado á sala, olhei e não a encontrei.
A sala parecia estar vazia.
Intrigado com o sucedido virei-me e quando ia a sair da sala ouvi de novo a voz da minha esposa a chamar-me.
Confuso com a situação virei-me de novo e procurei-a, com um olhar atento por toda a sala.
Junto dos tradicionais efeitos de natal pendurados, estavam os magníficos pezinhos da minha esposa.
Eram sem qualquer tipo de dúvida, os efeitos mais belos de toda a Árvore de Natal.
A beleza e sensualidade das suas macias e belas solinhas sobressaiam, entre os restantes efeitos.
As solinhas brilhavam mais do que qualquer estrela ou lâmpada misturada naquele verde da árvore.
Mas ela pensava que eu ainda não a tinha visto, por isso continuava a chamar-me.
Foi ai que eu resolvi pregar-lhe uma simples e agradável partida.
Aproximei-me desinteressadamente da árvore.
Quando me aproximei da árvore ela parou de me chamar.
Como quem não quer a coisa, ajoelhei-me junto da mesma.
Fazendo de conta que ainda não a tinha visto nem aos seus belos e elegantes pezinhos, olhava em redor.
Sorrindo ela pediu-me para continuar.
Eu continuei e a minha gulosa língua lambeu carinhosamente e apaixonadamente cada milímetro das solas dos seus lindos e doces pezinhos.
A maciez da sua pele na minha língua, dava-me enorme prazer e o cheiro perfumado e o delicioso gosto dos seus pés, deliciavam-me completamente.
A minha língua passeava calmamente para cima, para baixo e para os lados nas suas encantadoras solinhas.
A sensação da minha língua a deslizar nos seus pés proporcionava-lhe momentos de verdadeiro prazer e verdadeira loucura.
Os seus dedões grandes, de cada pé, eram sofregamente sugados e mordiscados.
Um a um e posteriormente todos de uma só vez a minha boca deliciava-se com tão belos dedinhos, deixando-os todos molhados da saliva deixada pela minha boca.
O delírio era completo e total.
O prazer sentido era inevitavelmente imenso para ambos.
Os meus lábios em conjunto com a minha língua vagueavam pelos belos dedinhos dos seus pés, assim como por todos os intervalos entre eles.
Era realmente um momento de puro e louco prazer e mais uma vez, nós estávamos ali diante do prazer podolatra.
A minha língua vagueava por todo o seu encantador pezinho.
Os seus calcanhares entravam completamente em minha boca e a minha língua complementava, lambendo-os com todo o amor do mundo.
A árvore balanceava e nós usufruíamos de todo o prazer vivido naquela hora.
Terminávamos aquele imenso e saboroso momento de prazer ao ouvir a campainha tocar de forma repetida e continua.
Oi:
ResponderEliminarBelos efeitos mesmo.
Perdoe-me amigo de lhe falar isso, pois o seu estatuto de podolatra é invejável para qualquer um, mas penso que está com uma falha imperdoável.
Mas esses pezinhos dariam umas belíssimas fotos de footjob.
As suas curvinhas e as suas formas de certo que dariam fotos exemplares.
Bela modelo você tem, é um cara de sorte.
Abraço
Mauro Soares