Durante o jantar tentei canalizar a conversa para o tema do fetiche e dos pés.
Sempre elogiando os seus belos pezinhos, deixava no ar a enorme vontade em um dia poder beijar seus tão belos pés.
Ela sorria e adiantava a conversa, parecendo querer fugir do facto de me ter a seus pés.
Confesso que esse seria um momento de topo, para mim, se alguma vez viesse a acontecer.
Mas na realidade esse momento parecia impossível de acontecer.
O jantar terminou e nós continuamos a conversar sobre o tema e os meus elogios continuavam em torno dos seus belos pezinhos.
Até que a determinado momento ela disse-me que não se importaria que eu lhe beijasse os seus pés.
Segurei na linda solinha do seu maravilhoso pezinho esquerdo e coloquei-o em minha boca.
Todos os seus lindos dedinhos entraram, de uma só vez, dentro da minha boca.
O seu pezinho era de facto delicioso e a da sua pele macia relaxava os meus lábios.
Ali eu percebi, na realidade, o quanto era macia e suave a pele dos seus pezinhos.
A emoção podolatra crescia e confesso que eu já não era capaz de conter tanto desejo junto.
Os seus encantadores pezinhos eram deliciosamente saborosos e eu tinha dentro da minha boca uma das mais belas raridades podolatras.
Os seus perfeitos e belos dedinhos faziam a realização plena de qualquer podolatra.
Beijava e lambia dedinho a dedinho, lambendo todos os seus intervalos.
Os seus dedinhos e o peito do pé eram lambidos e beijados carinhosamente, enquanto ela sentia e deliciava-se com a experiência e com todo o prazer de ter, pela primeira vez, alguém a seus pés.
Os ânimos aqueciam de forma cavalgante, o prazer era totalmente desfrutado e o tempo, teimava em não parar de avançar.
O momento era único e o prazer que inicialmente seria previsivelmente só meu, começava a ser mútuo.
Entre beijos e lambidelas nos seus pés, deitei-me no chão de poeira e ela colocou o seu belo e elegante pezinho em cima da minha cara.
A sua pele começava a arrepiar-se na amena noite onde o ambiente era quente e caloroso.
O prazer por mim sentido era único e minha húmida língua teimava em não para de refrescar tão bela solinha.
A sua bela e elegante solinha era deliciosamente lambida e os meus dentes mordiscavam as zonas mais carnudas da sua encantadora solinha.
Ela esfregava carinhosamente a sua solinha na minha cara e a minha língua continuava a lambe-la aproveitando-se dos momentos de passagem.
O delírio era completo e dividido por ambos.
Ela suspirava de prazer, ao sentir a mistura do roçar dos meus dentes com a minha língua na sua delicada e macia pele do calcanhar.
O momento era definitivamente e completamente de prazer e ambos éramos premiados com essa enorme real emoção.
O delicioso momento terminava quando de repente fomos surpreendidos pelo toque do telemóvel dela.
Terminava ali todo aquele belo momento e a vontade de voltar-mos a repetir tão belo e inesquecível momento era de ambos.
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