Chegado ao bar, sentei-me na esplanada existente e admirei toda a beleza que me rodeava.
As estrelas espelhavam o seu reflexo do seu brilho, na água salgada do mar que batia perto da esplanada do respectivo bar.
A uma certa altura, uma amiga que já não via á bastante tempo, entrou no bar.
Passado alguns minutos ela viu-me e aproximou-se para me cumprimentar e eu convidei-a para se sentar na minha mesa e fazer-me companhia.
Aceitando o meu convite ela sentou-se e eu tinha diante dos meus olhos algo de muito belo para admirar.
Pois eles eram de facto muito bonitos e sensuais, despertando um enorme interesse em qualquer podolatra que os avistasse.
Os seus dedinhos eram bastante elegantes, a sua curvinha era deliciosamente acentuada e o seu calcanhar era robusto, carnudo e maravilhoso.
Eram realmente uns lindos e sensuais pezinhos no conjunto de um elegante corpinho.
Ela era de todo uma grande e querida amiga.
Aqueles sapatos abertos de cor preta e com brilhantes na frente, favoreciam justamente toda a beleza e elegância dos magníficos pezinhos.
Ao reparar no meu insistente olhar para os seus pés, ela olho-os e seguidamente perguntou-me ingenuamente o que tinham os seus pés.
Eu respondi simplesmente que eram lindos e que tinha pena de não os poder beijar.
Sorrindo ela respondeu que eu só não os podia beijar senão desejasse.
Sem lhe dar tempo para pensar segunda vez, no que tinha acabado de dizer, ajoelhei-me aos seus pés.
A pose dos seus pezinhos era evidentemente bela e sensual e o prazer começava a tomar conta do espaço ocupado pelo desejo.
O cheiro perfumado da sua pele, saia dos seus pezinhos, infiltrando-se directamente no meu nariz.
Ao fim de alguns doces e saborosos beijos no peito do seu pezinho, a minha língua percorreu de forma lenta e carinhosa, provocando-lhe sensações algo agradáveis.
Ela fechava os seus olhos e sem saber o que ela pensava, era visível no seu rosto o enorme ar de satisfação.
Mas a minha boca parecia querer mais daquele lindo e belo pezinho, do que somente aqueles deliciosos beijos.
Era ali que parecia o prazer ter deixado de ser somente meu e passava a ser legitimamente de ambos.
Todos os seus belos dedinhos eram carinhosamente beijados pelos meus lábios e todos os milímetros de pele eram humidamente lambidos pela minha insaciável língua.
O momento era de enorme prazer e parecia estar marcado no nosso destino.
Pois aquele reencontro foi absolutamente ocasional e totalmente inesperado para qualquer um de nós.
Embora eu estivesse adorar o precioso momento, confesso que adoraria poder mordiscar aquele robusto e belo calcanhar.
Mas teria de ir com cuidado, pois não podia correr o risco de a assustar.
Com a minha húmida língua comecei a lamber humildemente toda a zona da sua acentuada curvinha, não esquecendo de lamber também a sua maravilhosa solinha.
A minha língua penetrava profundamente entre a sua solinha e o seu elegante sapatinho.
Ela delirava com o momento e pouco a pouco a minha boca ia-se aproximando do seu magnifico e belo calcanhar.
A minha língua lambia desenfreadamente todo o seu pezinho, deixando-o húmido com a saliva deixada na passagem da minha insaciável língua.
Parece mentira mas ambos nos tínhamos esquecido que estávamos na esplanada do bar.
Apesar de se encontrar vazia, não deixava de ser um local público e com alguma exposição.
Era o complementar do meu momento de loucura.
A minha boca mordia carinhosamente todo aquele belo e robusto calcanhar, provocando-me uma satisfação plena e absoluta.
O seu robusto e belo calcanhar, dava-me um inevitável prazer e a minha mente perdia-se por completo ao sentir tanta beleza diante da minha boca e saber que tudo estava ali á merece do nosso desejo.
O momento era de repleto prazer para ambos e só terminámos quando tivemos noção de estarmos na esplanada do bar.
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