quarta-feira, 31 de março de 2010

Raptado e obrigado a beijar os seus pés

Caminhava numa tarde no pinhal, fumando um cigarro, quando ouvi barulho que parecia algo a mexer-se entre o mato.
Não liguei e continuei o meu caminho, pensando na vida e respirando o ar puro da atmosfera.
Os pássaros cantavam nos ramos dos pinheiros e os raios do sol rasgavam as sombras dos pinheiros.
A temperatura era amena e agradável.
De repente senti uma pancada na cabeça e alguém me tentava sufocar, colocando um pau no meu pescoço.
Puxando-me para fora do caminho uma voz feminina dizia-me:
ELA: - Calma... Calma...
Não reajas que eu não te magoou.
Se fores um menino bonito, vais ver que não te acontecerá nada!
Vá colabora e vamos sentar-te ali ao pé da árvore.
Vais ficar amarradinho á árvore para ver se eu não tenho de te magoar, a sério.
Meio atordoado da pancada que levara na cabeça, eu ia-me deixando levar sem reagir.
Definitivamente estava a ser assaltado e confesso que pensei em entregar tudo sem qualquer resistência.
Ela colocou-me sentado junto de um pinheiro e envolvendo os meus braços em volta do tronco do respectivo pinheiro, amarrou-me os pulsos.
Eu estava definitivamente preso ao pinheiro e o meu poder de reacção era nulo.
Ela tirou o seu casaco cumprido e descalçou-se, ficando somente com uma curta mini saia preta e uma blusa decotada vermelha.
O seu corpo era verdadeiramente belo e eu mal pensara o que iria acontecer a seguir.
Levantando o seu pé esquerdo a altura da minha cara, ela ordenou-me de forma intimidativa:
ELA: Vá!
Beija-me, beija-me o peito do pé.
Quero sentir os teus lábios nos meus pés.
Eu beijei o seu pé sem hesitar.
Confesso que ela tinha um pé lindíssimo e aquele momento não era para mim um castigo mas sim um momento de grande e verdadeiro prazer.
Os meus lábios beijavam carinhosamente todo o peito do seu pé e eu já sentia algum prazer, quando ela disse:
ELA: Isso, beija o meu pezinho todo, seu monte de esterco inútil.
Vais beija-lo todo e não quero ouvir um único comentário.
Beija bem o pezinho da tua dona, vá.
Eu confesso que começava a sentir um enorme prazer em estar na situação de raptado.
Ela empurrava o seu pé contra a minha boca, como se quisesse ter a certeza que eu lhe estaria a beijar os seus lindos e elegantes pezinhos.
O momento passava em definitivo a ser um verdadeiro momento de prazer.
Ela colocava os seus lindos dedinhos, dentro da minha boca e tornava-me a dar outra ordem:
ELA: Vá chupa-os...
Chupa-me os dedinhos como se eles fossem a melhor coisa do mundo.
Vá, devora-os!
Na verdade, confesso que eles eram realmente uma maravilha e mais uma vez eu respeitava as suas ordens sem nenhum sacrifício.
Eu chupava deliciosamente todos os seus encantadores dedinhos e deliciava-me com todo o momento.
Os seus pés tinham uns dedos perfeitos, uma curvinha bastante acentuada e um calcanhar macio e carnudo.
Os seus calcanhares eram robustos e carnudos.
Ela começava a render-se aos prazeres podolatras e á medida que ia sentindo a minha boca e a minha língua, colocava a sua mão por baixo da sua mini saia e acariciava-se mostrando que o momento era também para si um momento de repleto e total prazer.
De seguida e começando a gemer, ela disse-me:
ELA: Vá, agora lambe-me a solinha toda.
Quero a minha solinha toda lambida mas tens de lamber ao de leve.
Quero sentir só a ponta da tua língua húmida, afasta esse queixo imundo do meu pé.
Eu mais uma vez, satisfiz a sua vontade e limitei-me a cumprir as suas ordens.
As suas ordens eram verdadeiramente o meu desejo e a minha língua passou suavemente na sua solinha lambendo-a todinha e deixando-a toda húmida.
A sua solinha brilhava com o confronto da claridade e da minha saliva, na sua encantadora solinha.
Os seus pezinhos eram verdadeiramente belos e saborosos e o prazer vivido em os lamber, fazia-me esquecer qualquer constrangimento ou lembrança que eu tivesse sobre o facto de me encontrar raptado.
A certo momento ela disse-me:
ELA: Vá, chupa-me o calcanhar e suga-me o pé todo.
Quero sentir essa tua boca, no meu pé.
Isso, chupa-o bem.
Chupa toda a minha solinha.
Tira o chulé do meu pezinho, com essa tua boca, vá...
Eu comecei a chupar a sua acentuada curvinha e deliciava-me com o perfume do seu belo e elegante pezinho.
Ela moldava o seu maravilhoso pezinho ao meu rosto, arqueando-o de forma encantadora.
Ela parecia sentir enorme prazer enquanto eu mordia carinhosamente o seu robusto e delicado calcanhar.
A verdadeira tortura era para mim, ter aquele belo pezinho na minha boca e não poder segura-lo e acaricia-lo.
Esse era o verdadeiro castigo...
Os seus pés deliciavam-me com o prazer de os sentir em minha boca e o seu gosto era inconfundível e extremamente delicioso.
Depois de lhe beijar todo o pezinho ela encostou a sua perna ao meu peito, o seu pé no meu pénis e pressionou-me contra a árvore onde estava amarrado e disse-me:
ELA: E agora se eu fizesse força no meu pé?
Será que aguentavas?
Então não respondes?
Ok. Vou deixar-te aqui...
Ai de ti que faças barulho.
Ela tirou a perna de cima de mim, pegou no seu casaco, virou-se, calçou-se e foi-se embora, deixando-me ali amarrado ao pinheiro.
Mais tarde apareceu um senhor que me desamarrou da árvore e me ajudou.

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