Eu sorri e disse-lhe que não me importava de lhe beijar os pés, desde que ela tivesse os pés bonitos.
A minha prima pegou no seu telemóvel e sorrindo, mostrou-me uma foto que tinha tirado aos pés da sua amiga.
Os pés pareciam ser bonitos.
Combinamos e fomos a uma ribeira que havia ali perto, onde a sua amiga já por ali se encontrava passeando.
Ela tinha a pele morena e os seus pés pareciam ter uma curvinha bastante acentuada.
Os seus dedinhos eram bem feitos e o seu calcanhar parecia ser robusto.
Fomos apresentados e falámos um pouco.
Ela explicou-me porque gostaria de experimentar ter alguém a beijar-lhe os pés e justificou que gostava que fosse eu porque já tinha ouvido amigas dizerem maravilhas dos meus beijos nos pés.
Sinceramente acho que beijo os pés como qualquer podolatra.
Mas talvez eu fosse o único podolatra assumido que ela conhecia.
Continuámos a conversa e ela estava sentada no relvado e eu deitado á sua frente.
No meio da conversa ela descalçou os seus sapatos pretos e os seus bonitos pezinhos ficaram completamente nus.
A sua curvinha era encantador e eu deliciava-me com o toque da minha boca na suave pele dos seus dedinhos dos pés.
O perfume da sua pele e a suavez da sua pele eram alguns dos componentes que me deixavam louco de prazer.
A minha boca chupava um a um cada um dos seus deliciosos dedinhos.
Ela começava a fechar os olhos e a sensação e o prazer podolatra, começava a apoderar-se dela a cada momento que passava.
O tempo foi passando e eu chupava os deliciosos dedinhos e beijava e lambia o peito do seu pé.
Ela suspirava e eu deitava-me com as costas sobre a relva.
Ela acariciava docemente toda a minha cara com o seu belo pezinho.
A minha língua deslizava desenfreadamente, nos altos e baixos da sua encantadora e enrugada solinha.
No seu calcanhar os meus dentes mordiscavam e saboreavam o sabor dos seus saborosos pezinhos.
O prazer podolatra era vivido intensamente enquanto a minha húmida língua molhava toda a sua solinha.
Ambos nos rendíamos ao prazer e a minha boca saboreava um dos mais belos e elegantes pezinhos.
O seu corpo completava a rica paisagem que era o palco de todo aquele prazer.
Todos os sentimentos podolatras estavam ali representados e a bela jovem levantava-se inesperadamente.
O trample era agora a vertente da podolatria, escolhida para manifestar todas as emoções que se viviam no momento.
Sorrindo ela me torturava ferozmente com os seus magníficos pezinhos e a sua pele regalava-me ao se encontrar com os meus lábios.
Mais um encontro podolatra era vivido de forma intensa e exuberante e o prazer era fortemente desfrutado.
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