Ela disse nunca ter experimentado.
De imediato eu ofereci-me para experimentar-mos, caso ela quisesse.
Ela confessou não se importar de experimentar.
Pagámos a conta e dirigimos-nos a um pinhal que existia ali perto.
Chegámos ao pinhal e entrámos um pouco para dentro dele.
Ela sentou-se e descalçou-se, enquanto eu admirava o seu lindo pezinho.
Eu baixei-me e olhámos um para o outro, trocámos um sorriso e de seguida peguei
A sua pele era macia, suave e cheirosa.
As minhas mãos deliciavam-se no toque de tão belo pezinho.
A leveza da sua pele e o seu cheiro perfumado, começavam a deixar-me completamente louco.
Os seus deliciosos pés encaixavam na perfeição nas minhas mãos e eu acariciava todos os seus contornos.
De seguida beijei humildemente seu lindo pezinho, na chamada zona do peito.
Ela sorriu discretamente e eu perguntei-lhe se tinha gostado.
Ela respondeu que, ao contrário do que pensara, era uma sensação surpreendente e bastante agradável.
De dedinho em dedinho fui beijando delicadamente, lambendo carinhosamente e mordiscando com muita ternura, cada um deles.
Os intervalos dos seus lindos dedinhos eram deliciosamente e demoradamente lambidos.
O momento prometia e eu sentia a leveza da pele da sua solinha em minha mão.
Posteriormente colocava todos os seus dedinhos, de um dos seus pés em minha boca.
Depois repetia deliciosamente tudo com o outro dos seus pezinhos.
Ela sorria de novo e parecia começar-se a render aos prazeres podolatras.
A sua solinha era plana mas tinha algo de muito atractivo que eu ainda não tinha descoberto bem o que era.
A minha língua humedecia toda a sua linda solinha e molhava deliciosamente toda a zona da sua curvinha.
Os meus lábios beijavam humildemente cada milímetro da sua linda e estreita solinha.
A emoção e o prazer nasciam ali e o termómetro emotivo começava a subir, naquele momento...
Deitando-me no chão, fiquei humildemente a seus pés.
Ela colocou os seus lindos e planos pezinhos em cima de mim.
Carinhosamente comecei a morder o seu doce e elegante calcanhar, começando a delirar de prazer.
Os seus pezinhos eram a causa desse enorme prazer.
Nos seus apetitosos calcanhares os meus dentes raspavam a sua macia e delicada pele.
Ela gostava da sensação e eu deliciava-me ao mordiscar carinhosamente tão belo calcanhar.
Com a minha língua lambia todo o seu bonito calcanhar.
Nele os meus lábios, beijavam calorosamente.
O relógio não parava e estava na hora de irmos embora.
Mas foi uma belíssima experiência para ambos e a minha amiga prometeu um dia repetir-mos ou poder-mos mesmo alargar esta experiência.
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