domingo, 25 de outubro de 2009

Colega da minha amiga

Um belo dia de domingo eu estava com uma amiga, no jardim da aldeia, quando chegou uma amiga dessa minha amiga.
Depois das normais apresentações, convidámos a moça a sentar-se e a fazer-nos companhia.
Ela aceitou e sentou-se a minha frente no relvado do jardim.
Eu encontrava-me deitado no fresco relvado.
Ela estava de chinelos e os seus bonitos pés despertavam toda a minha atenção.
O formato estreito, as suas acentuadas curvinhas e os seus calcanhares achatados davam aos seus pés uma imensa beleza sedutora.
Ela reparava na minha atenção pelos seus pés e a minha amiga explicou-lhe detalhadamente o meu total fascínio por pés.
Achando curioso o meu gosto, ela sorriu e perguntou o que eu gostava de fazer a uns pés que me despertassem atenção.
De imediato a minha amiga avançou que eu gostava de beijar esses mesmos pezinhos.
Envergonhado com a situação sorri para a moça e baixei a cabeça.
Foi quando ela respondeu que caso os seus pés me atraíssem, que ela não se importaria que eu os beijasse.
Afinal seria uma experiência nova para ela mesmo, e acrescentou ainda que não via nenhum mal no facto.
Eu levantei de novo a cabeça e disse-lhe que seria um enorme prazer beijar os seus pés.
Olhando para todos os lados e vendo que estávamos completamente
sozinhos, a moça descalçou o seu pé direito e levantou-o á altura da minha cara.
Logo coloquei todos os seus dedinhos na minha boca e chupei-os com toda a ternura e carinho.
A partir daquele momento todos os seus dedinhos eram deliciosamente lambidos, integralmente chupados e carinhosamente beijados.
Era um momento de grande prazer para mim e ela parecia gostar da nova experiência.
As sensações provocadas pela minha boca, nos seus lindos e sensuais pezinhos, faziam-lhe despertar algo de saboroso e desconhecido.
A nossa amiga sorria e assistia ao nosso prazer, vivido ali naquele momento.
A moça rendia-se por completo ao prazer e fechava os olhos sentindo o verdadeiro prazer podolatra.
Eu deitava-me de costas no relvado e ela esfregava docemente o seu pé em toda a minha cara.
Eu lambia a sua bela e acentuada curvinha, provocando uma agradável sensação nos seus pés.
A minha língua passava a lamber toda a sua bela e enrugada solinha e ela acariciava discretamente os seus próprios peitos com as suas mãos.
A minha língua enxugava-se na sua belíssima solinha e o meu coração disparava de prazer.
Era o completar de mais um grande sonho.
Eu delirava por completo, beijando aqueles belos pezinhos e todas as suas encantadoras solinhas.
Ela parecia perder todo o sentido de vergonha e de timidez, tornando todo aquele espaço no palco do nosso imenso e completo prazer .
Deitado no chão a minha boca beijava, a minha língua lambia, os meus dentes mordiam e os meus olhos admirava toda a beleza ali presente.
Nos seus belos e grossos calcanhares, os meus dentes deliciavam-se e a minha língua completava-se na totalidade.
Os seus calcanhares, eu mordia mostrando toda a minha loucura e carinho por aqueles irresistíveis pés.
Aqueles maravilhosos calcanhares eram o coroar de toda a emoção sentida.
O momento era inesquecível e julgo que se não fosse a nossa amiga fazer um leve barulho, o que nos fez lembrar a sua presença, ainda hoje ali estaríamos rendidos a todo o prazer podolatra.
Foi nessa altura que parámos e nos compusemos, afinal estávamos num jardim público.

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