Depois das normais apresentações, convidámos a moça a sentar-se e a fazer-nos companhia.
Ela aceitou e sentou-se a minha frente no relvado do jardim.
Eu encontrava-me deitado no fresco relvado.
Ela estava de chinelos e os seus bonitos pés despertavam toda a minha atenção.
Ela reparava na minha atenção pelos seus pés e a minha amiga explicou-lhe detalhadamente o meu total fascínio por pés.
Achando curioso o meu gosto, ela sorriu e perguntou o que eu gostava de fazer a uns pés que me despertassem atenção.
De imediato a minha amiga avançou que eu gostava de beijar esses mesmos pezinhos.
Envergonhado com a situação sorri para a moça e baixei a cabeça.
Foi quando ela respondeu que caso os seus pés me atraíssem, que ela não se importaria que eu os beijasse.
Afinal seria uma experiência nova para ela mesmo, e acrescentou ainda que não via nenhum mal no facto.
Eu levantei de novo a cabeça e disse-lhe que seria um enorme prazer beijar os seus pés.
Olhando para todos os lados e vendo que estávamos completamente
Logo coloquei todos os seus dedinhos na minha boca e chupei-os com toda a ternura e carinho.
A partir daquele momento todos os seus dedinhos eram deliciosamente lambidos, integralmente chupados e carinhosamente beijados.
Era um momento de grande prazer para mim e ela parecia gostar da nova experiência.
As sensações provocadas pela minha boca, nos seus lindos e sensuais pezinhos, faziam-lhe despertar algo de saboroso e desconhecido.
A nossa amiga sorria e assistia ao nosso prazer, vivido ali naquele momento.
A moça rendia-se por completo ao prazer e fechava os olhos sentindo o verdadeiro prazer podolatra.
Eu deitava-me de costas no relvado e ela esfregava docemente o seu pé em toda a minha cara.
A minha língua passava a lamber toda a sua bela e enrugada solinha e ela acariciava discretamente os seus próprios peitos com as suas mãos.
A minha língua enxugava-se na sua belíssima solinha e o meu coração disparava de prazer.
Era o completar de mais um grande sonho.
Eu delirava por completo, beijando aqueles belos pezinhos e todas as suas encantadoras solinhas.
Ela parecia perder todo o sentido de vergonha e de timidez, tornando todo aquele espaço no palco do nosso imenso e completo prazer .
Deitado no chão a minha boca beijava, a minha língua lambia, os meus dentes mordiam e os meus olhos admirava toda a beleza ali presente.
Os seus calcanhares, eu mordia mostrando toda a minha loucura e carinho por aqueles irresistíveis pés.
Aqueles maravilhosos calcanhares eram o coroar de toda a emoção sentida.
O momento era inesquecível e julgo que se não fosse a nossa amiga fazer um leve barulho, o que nos fez lembrar a sua presença, ainda hoje ali estaríamos rendidos a todo o prazer podolatra.
Foi nessa altura que parámos e nos compusemos, afinal estávamos num jardim público.
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