Parei de imediato e ofereci a minha ajuda para tentar seleccionar a avaria, do seu carro.
Mas a avaria parecia mais complicada e acabámos por chamar o reboque.
Ofereci-lhe a minha boleia ao qual ela agradeceu e aceitou.
Depois de algum tempo de viagem, no meio de uma conversa onde parecíamos ter muito em comum, disse-lhe que achava os seus pés muito bonitos e acrescentei que devia ser fantástico beija-los e acaricia-los.
Ela corou um pouco, baixou a cabeça e disse sorrindo que não se importaria de experimentar.
Depois de ver que a moça falava realmente a sério, procurei um local e estacionei o carro.
Dirigimos-nos para dentro de uma zona de Eucaliptos, onde ela
O seu pezinho era lindo.
Uns dedinhos fora do normal, uma curva acentuada, uma solinha magnifica e um calcanhar encantador.
Os seus pezinhos eram realmente encantadores e possuíam um enorme grau de beleza muito pouco comum, nos pés de hoje.
Eu ficava, naquele preciso momento, maravilhado com toda a real beleza dos seus maravilhosos pezinhos.
Eram verdadeiramente uns pezinhos dignos de um princesa.
Ela olhava para os seus pezinhos e de seguida olhava para mim e sorrindo com sedução, perguntou-me se eu sempre queria beijar-lhe os pés.
A minha boca sentia a leveza da sua pele e o meu nariz era beneficiado pelo belo e perfumado aroma da sua pele.
Eu chupava deliciosamente todos os seus dedinhos, um a um, enquanto apoiava o seu belo pezinho com a minha mão direita.
A minha boca provocava-lhe a mais bela sensação que ela já haveria sentido, algum dia, nos seus pés.
O fechar dos seus olhos e a sua expressão facial, eram a demonstração evidente de todo o seu prazer sentido.
A minha língua percorria todos os contornos da sua acentuada curvinha e seguia lambendo toda a sua magnifica solinha.
Eu sentia todo o prazer podolatra ao lamber toda aquela bela solinha.
Era mais um grande momento de prazer e eu deliciava-me pelo simples facto de poder beijar e lamber um pé com tanta beleza.
A sua solinha ficava encharcada pela minha língua e ela parecia ir ao rubro com todo o prazer vivido ali naquele momento.
Ela delirava de prazer e eu vivia um grande momento podolatra.
Depois de lamber o seu robusto e belo calcanhar, eu mordia-o carinhosamente e ia admirando todo o seu momento de louco prazer.
Prazer esse que eu fiz questão de redobrar.
Pois descalcei o seu pezinho esquerdo e todo o prazer foi revivido de novo.
Os ternurentos beijos, as húmidas lambidelas e as carinhosas dentadinhas contemplaram a beleza do outro seu pezinho
Eu beijava e lambia todos os seus pezinhos como se nunca tivesse encontrado uns pés tão belos.
Para mim era também um momento inesquecível...
Mas os ponteiros do relógio teimavam em não parar e chegava a triste hora de termos de ir embora.
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