quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Beijando os pés da uma desconhecida

Num dia de pleno verão passeava calmamente, num jardim á beira de água,algures no norte de Portugal.
No horizonte não avistava ninguém e parecia-me estar ali sozinho diante de uma paisagem relaxante e encantadora.
Caminhei durante algum tempo e fumei alguns cigarros, até que avistei uma moça sentada que tinha calçado uns sapatos abertos.
A curva dos seus pés era impressionante e eu abordei-a perguntado-lhe as horas.
Claro que o meu objectivo não era saber as horas mas sim admirar os seus pés mais de perto.
Os seus pés tinham realmente uma curva bastante acentuada e encantadora.
Ela disse-me gentilmente as horas e eu fiquei parado no tempo admirar os seus pés.
A moça olhou para mim e de seguida olhou os seus pés como se estivesse á procura de algo.
Ao ver a situação, pedi desculpa e expliquei que era podolatra.
Ela convidou-me a sentar e disse que o seu primo também era admirador de pés e que de vez enquanto pedia para lhe dar uns beijos nos pés.
Eu respondi-lhe que a verdade é que ela tinha uns pés muitos bonitos.
Ela deu uma enorme gargalhada e comentou que daqui a pouco eu também lhe estaria a pedir para lhe beijar os pés.
Eu corei e respondi que não me importaria nada, se ela deixasse.
Acrescentei que não teria coragem de lhe pedir tal coisa, visto não a conhecer.
Ela voltou a sorrir e respondeu que se eu quisesse poderia sim beijar os seus pés.
Ao ouvir tal consentimento não esperei mais e ajoelhei-me a seus pés e comecei a beijar humildemente, o peito do seu pé esquerdo.
A sua pele era macia e perfumada e eu beijava deliciosamente todo o peito dos seus elegantes e estreitos pezinhos.
Ela suspirava baixinho e eu percebia ali, naquele momento, que afinal ela também gostava de sentir a sensação de alguém a beijar-lhe os pés.
O momento tornou-se mais relaxante e mais emotivo.
Os meus lábios passeavam delirantemente em seus pezinhos.
Ela cruzou a sua perna esquerda por cima da direita e eu aproveitei o momento para lhe descalçar o sapato do seu pezinho esquerdo.
A sua curva acentuada era mais visível que nunca e eu maravilhava-me ao admira-la.
Eu continuava a beijar o peito do seu pé, passando discretamente a lamber a sua acentuada curvinha.
O momento era de pleno prazer e ambos desfrutava-mos dos prazeres podolatras.
A sua curvinha era deliciosamente e ternurosamente lambida pela minha húmida língua que deixava o seu rasto de saliva, onde passava.
De seguida deitei-me no chão por debaixo do seu pezinho e lambi carinhosamente toda a sua solinha.
A sua lisa solinha era uma verdadeira maravilha e a minha língua maravilhavas-se a passear em tal beleza.
Eu lambia lentamente a pele lisa da sua enrugada solinha e ela parecia delirar com a sensação sentida.
A tensão começava a aumentar e nós continuávamos os dois ali sozinhos, no meio daquele imenso relvado á beira mar.
Ela aproveitava o facto de eu estar deitado no chão debaixo do seu pé e esfregava-o carinhosamente na minha cara e no meu peito.
Eu agarrei no seu belo pezinho e comecei a lamber o seu terno e doce calcanhar.
O prazer era completo e perfeito e os meus dentes começavam a morder
carinhosamente a extremidade do seu calcanhar.
Eu abria a minha boca e colocava todo o seu calcanhar dentro da minha boca, chupando-o e mordendo-o carinhosamente e lentamente.
O tom da sua pele clara, sobressaia no tom moreno da minha pele.
Até nesse momento a sua acentuada curvinha teimava em aparecer com toda a elegância.
Passado alguns minutos olhámos-nos e sorrimos um para o outro, decidindo terminar por ali aquele momento de enorme prazer para ambos.
Sentamos-nos e conversamos mais um pouco até que despedimos-nos e levantei-me e continuei a minha caminhada com a recordação daquele inesquecível momento.


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