sábado, 29 de agosto de 2009

A pedido dela

Estava em casa falando com uma amiga, quando ela me questionou pelo meu estranho gosto por pés.
Eu tentei explicar-lhe que se tratava de gostar de admirar pés femininos e que havia mulheres que gostavam da sensação de serem beijadas nos pés.
Olhando de forma estranha para os seus próprios pés, a minha amiga perguntou-me o que sentiam as mulheres ao sentirem lamberem-lhes os pés.
No meio da tentativa de lhe explicar ela confessou-me que gostaria muito de experimentar.
Eu sorri e disse-lhe que tinha um pé muito bonito e que não seria difícil arranjar alguém que lhe quisesse beijar os pés.
Ela olhou para mim, com um olhar sedutor e colocando os seus pés no meu colo, perguntou-me com um ar provocante, se eu não gostaria de lhe beijar seus pés.
Sem hesitar, descalcei-a, segurei em seus bonitos pés e ajoelhei-me começando a chupar todos os seus dedinhos.
chupando os seus dois dedos grandes dos pés e posteriormente os outros, eu começava a adorar aqueles belos pezinhos.
Os seus lindos e frescos dedinhos tinham um sabor divino.
Eu ia-me deliciando com tal sabor, enquanto ela parecia começar a se deliciar de prazer.
O prazer começada a nascer logo no principio.
No chão da sala os nossos corpos estavam repletos de prazer, provocado pela sensação podolatra do momento.
De seguida, com as minhas mãos acariciava, beijava e lambia ligeiramente os seus macios peitos dos seus pés.
No ar já havia um grande clima de complacência e prazer mutuo.
Os seus deliciosos pés deslizavam carinhosamente por toda a minha cara.
A minha lingua passeavam livremente e lentamente por todos os seus pezinhos,
incluindo as suas belas e macias solinhas.
O seu corpo arrepiava-se de prazer, sempre que a minha língua passava na zona da curvinha do pé.
Ela começava agora, a sentir algo mais do que a simples agradável sensação de sentir beijarem-lhe os pés.
E a sua necessidade de manifestação era mais do que evidente.
Eu prolongava as minhas carinhosas lambidelas nas suas doces solinhas enquanto os seus baixos e sentidos gemidos começavam a fazer-se ouvir.
A minha húmida língua molhava toda a sua solinha e os nossos corpos transpiravam de emoção e prazer.
Eu sentia-me totalmente realizado em estar humildemente a seus pés.
Seu calcanhar entrava na minha boca e os meus dentes roçavam na sua pele macia e clara.
As dentadinhas eram dadas com todo o carinho e ele retribuía com caricias na minha cara, com o outro dos seus belos pezinhos.
Sua solinha acariciava toda a minha face, enquanto seus dedinhos pressionados na minha testa mostravam todo o seu prazer sentido naquele momento.
A leveza e a delicadeza da sua pele era sentida em todo o lado direito da minha face.
Minha boca não parava de morder deliciosamente e carinhosamente aquele belo e arredondado calcanhar.
Os ânimos começavam a exaltarem-se e o controlo parecia algo pertencente ao passado.
Seu corpo retorcia-se a cada avanço da minha língua.
Meus dentes mordiscavam continuamente o belo calcanhar.
Meus lábios húmidos não paravam de mostrar o prazer sentido.
Foi então que me deitei no chão frio de madeira e minha língua voltava á sua solinha, de forma irrequieta e carinhosa.
Com o outro pezinho ela acariciava partes do meu corpo e mostrava que os limites não existiam.
Eu decididamente perdia todo e qualquer controlo e o prazer voltava a dominar o momento.
A partir daquele momento, tudo era possível de acontecer e a vontade era decididamente de ambos.
Atingíamos ali naquele momento, todo o topo do prazer e as razões perderam-se entre os desejos e as emoções.
O nosso prazer cruzava-se e nos cedíamos a todos os caprichos do prazer.
Os ponteiros do relógio avançavam e nós ali em pleno momento de prazer.
Passado algum tempo voltei a morder delicadamente todo o seu belo e lindo calcanhar, do pé direito.
O seu pezinho esquerdo suado, acariciava deliciosamente o meu peito molhado.
O prazer e a emoção davam agora lugar ao cansaço e ao pedido de relaxe.
No final ela comentou se ter surpreendido quer com a emoção como com o prazer dado pelos seus pés.


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